Operação ‘Páscoa 2026’ da GNR arranca hoje

A Guarda Nacional Republicana (GNR) começa hoje a operação 'Páscoa 2026', que se prolonga até segunda-feira, durante a qual é reforçado o patrulhamento e ações de fiscalização nas estradas.

© GNR

No período da Páscoa, caracterizado pela reunião de famílias nas suas regiões e origem e que coincide com as férias escolares, a GNR prevê um aumento significativo do tráfego rodoviário nas estradas portuguesas e, por isso, vai realizar um conjunto de atividades operacionais visando a redução da sinistralidade e da criminalidade em geral, refere em comunicado.

A Guarda vai igualmente, no âmbito da operação, reforçar a presença nos locais de festividades e respetivas imediações, zonas residenciais e comerciais.

Na nota, a GNR recomenda aos automobilistas “uma condução atenta, cautelosa e defensiva, para que o período festivo seja passado em segurança”.

Os militares da guarda vão estar atentos a manobras perigosas, à condução sob a influência do álcool e substâncias psicotrópicas, ao excesso de velocidade, à correta sinalização e execução de manobras de ultrapassagem, de mudança de direção e de cedência de passagem.

Vão igualmente estar focados na utilização indevida do telemóvel e à incorreta ou não utilização do cinto de segurança e/ou dos sistemas de retenção para crianças.

Também a Polícia de Segurança Pública tem a decorrer a operação “Polícia Sempre Presente: Páscoa em Segurança 2026”, iniciada 27 de março e também até segunda-feira

Visa o reforço da visibilidade nos grandes centros urbanos e a segurança rodoviária.

Neste período da Páscoa, a PSP promove ações junto da população mais idosa e tem um plano de contingência para agilizar o controlo de segurança nos aeroportos.

Últimas do País

A Polícia Judiciária (PJ) deteve hoje 12 homens no Norte do país por associação criminosa, branqueamento e burla qualificada por meio informático, pondo cobro à atividade de uma organização criminosa, que fez circular 17 milhões de euros.
O partido liderado por André Ventura foi o único a votar contra o diploma, considerando que o novo Estatuto do Apátrida alarga o acesso à residência, ao SNS, à educação e a outros apoios públicos sem reforçar os mecanismos de fiscalização nem proteger os interesses dos portugueses.
A serra do Marão é vigiada desde hoje por patrulhas da GNR a cavalo para sensibilizar as populações e visitantes, dissuadir comportamentos de risco e reforçar a prevenção neste período de maior risco de incêndio rural.
Portugal tem atualmente cerca de 1,6 milhões de residentes estrangeiros, o equivalente a 14% da população, segundo os dados revistos do Instituto Nacional de Estatística (INE). Nunca o país teve um peso tão elevado de população estrangeira, entrando agora no grupo dos Estados-membros da União Europeia com maior percentagem de residentes de nacionalidade estrangeira.
A Polícia Judiciária (PJ) deteve hoje uma médica de Benavente, no distrito de Santarém, suspeita de ter recebido verbas indevidas para viabilizar reformas por invalidez, confirmou à Lusa fonte da força policial.
O Tribunal da Relação do Porto (TRP) manteve a condenação de uma falsa vidente de Santo Tirso que burlou uma mulher em mais de 175 mil euros, mas reduziu a pena de cinco para quatro anos e meio de prisão efetiva.
Caixotes do lixo e outros equipamentos públicos foram vandalizados nas últimas semanas com mensagens relativas ao grupo anarquista e de extrema-esquerda 'ANTIFA'. Onda de vandalismo reacende debate sobre proposta do CHEGA para classificar o movimento como organização terrorista.
O presidente do CHEGA defendeu hoje que o Estado português não deve pagar qualquer indemnização a José Sócrates, mesmo que a tal seja condenado em última instância, assegurando que se for primeiro-ministro não o fará.
O tempo quente que afeta Portugal dará origem a uma onda de calor que se prolongará por oito a 10 dias e atingirá praticamente todo o país, estimou hoje o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
O Tribunal de Leiria condenou hoje quatro arguidos a penas de prisão que variam entre os quatro e os nove anos, por furtos, sobretudo em cemitérios, num processo em que outros quatro arguidos receberam penas suspensas.