Sócrates avança para tribunal para travar advogado imposto no caso Operação Marquês

José Sócrates voltou a recorrer aos tribunais, desta vez para tentar impedir a nomeação do advogado oficioso que lhe foi atribuído no âmbito do julgamento da Operação Marquês.

© D.R.

Segundo avançou o Correio da Manhã, o antigo primeiro-ministro socialista apresentou uma providência cautelar contra a Ordem dos Advogados, com o objetivo de suspender a designação de Luís Carlos Esteves como seu defensor.

A ação deu entrada no Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa a 29 de abril e já se encontra em tramitação, tratando-se de um processo de natureza urgente.

Este não é o primeiro passo dado por Sócrates neste processo. No início do mês passado, o ex-governante já tinha avançado com uma ação administrativa para exigir acesso aos documentos que estiveram na base da escolha do advogado.

A polémica começou em março, quando foi nomeado um defensor oficioso para o processo. Sócrates contestou de imediato a decisão, alegando que o procedimento utilizado pela Ordem dos Advogados não respeitou as regras habituais.

O antigo primeiro-ministro foi mais longe e afirmou publicamente que o advogado nomeado não tem a sua confiança, chegando mesmo a dizer que não se sente representado.

O caso volta assim a colocar em confronto José Sócrates e a Ordem dos Advogados, num braço de ferro jurídico que se soma às várias frentes abertas no processo da Operação Marquês.

Últimas do País

A praia de Santo Amaro de Oeiras foi hoje temporariamente interditada, na sequência de um episódio de poluição na ribeira da Laje, provocado por uma rotura numa conduta da Tratolixo, informou a Agência Portuguesa do Ambiente (APA).
As sete pessoas detidas na terça-feira por maus-tratos a idosos, na sequência do encerramento de nove residências que funcionavam como lares ilegais em Lousada, no distrito do Porto, ficaram hoje em prisão preventiva, adiantou à Lusa fonte policial.
O desinvestimento na rede pública de bibliotecas, nomeadamente em relação à formação de profissionais qualificados na área de biblioteca e arquivo, assim como os desafios da inteligência artificial, preocupam a Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB).
O presidente do CHEGA afirmou esta quinta-feira que os trabalhadores portugueses não podem continuar a ser tratados como “descartáveis”, defendendo medidas para limitar despedimentos ilícitos, valorizar o trabalho por turnos e reforçar os direitos das famílias.
Uma advogada com escritório em Lisboa foi constituída arguida na segunda-feira por suspeitas de falsificação de documentos em pelo menos 26 processos de legalização de imigrantes, adiantou a Guarda Nacional Republicana (GNR).
Os corpos de duas mulheres foram hoje encontrados numa habitação na Trofa, no distrito do Porto. Apresentavam "sinais de decomposição".
Enquanto milhares de pensionistas vivem com reformas reduzidas, o presidente da Autoridade de Seguros e Fundos de Pensões foi autorizado a acumular salário e pensão, atingindo um rendimento mensal de quase 20 mil euros brutos.
Uma mulher de 48 anos foi detida pela suspeita de ter matado a enteada de oito anos, cujo desaparecimento foi participado pelo pai na quarta-feira, em Valpaços, anunciou a Polícia Judiciária (PJ).
Teste de Direito do Trabalho I, da Escola Superior de Ciências Empresariais, do Instituto Politécnico de Setúbal, recorre a referências ao partido CHEGA e a uma personagem inspirada em André Ventura para ilustrar um negócio jurídico envolvendo a venda de uma arma.
Quatro meses após as grandes tempestades, o mar na praia da Fonte da Telha (Almada) dá sinais de já não ser o mesmo, com o registo de 12 salvamentos entre a última semana de maio e 11 de junho.