Ignorou ordem para abandonar Portugal e acabou detido pela PJ por suspeitas de burla e branqueamento

Tinha 23 anos, encontrava-se em situação irregular em Portugal e já tinha sido notificado para abandonar voluntariamente o país. O cidadão estrangeiro foi localizado em Lisboa durante uma operação da Polícia Judiciária e constituído arguido por fortes suspeitas de burla informática e nas comunicações e de branqueamento.

© Facebook da PJ

Uma investigação por suspeitas de burla informática e nas comunicações e branqueamento acabou por revelar um segundo problema: o suspeito permanecia em Portugal sem apresentar comprovativo de situação regular e já tinha sido notificado para abandonar voluntariamente o território nacional.

A Polícia Judiciária (PJ), através do Departamento de Investigação Criminal de Braga, localizou o cidadão estrangeiro, de 23 anos, em Lisboa, no passado dia 9 de setembro, no decorrer de uma operação relacionada com aqueles crimes.

O jovem foi constituído arguido devido à existência, segundo a PJ, de “fortes suspeitas” da prática dos crimes de burla informática e nas comunicações e de branqueamento, pode-se ler em comunicado da PJ.

Durante as diligências, as autoridades verificaram que o suspeito não apresentava comprovativo de permanência regular em território nacional. A PJ contactou então a Unidade de Coordenação de Estrangeiros e Fronteiras da PSP e descobriu que já existia uma notificação para abandono voluntário de Portugal.

A ordem já tinha sido dada. A saída, porém, não aconteceu.

Perante a situação, o cidadão foi detido por permanência irregular em território nacional e posteriormente presente ao Juízo Local de Pequena Criminalidade de Lisboa para interrogatório judicial.

O tribunal determinou que permaneça num Centro de Instalação Temporária, onde ficará a aguardar os desenvolvimentos do processo destinado ao seu afastamento do território nacional.

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