Basta de promessas, o povo quer soluções no imediato

As sondagens que vieram a público a 17 de setembro, demonstram uma tendência de viragem estratégica nacional, onde a maioria dos portugueses quer mudança urgente no panorama político. Não é nenhuma surpresa que o Dr. André Ventura seja o preferido para primeiro-ministro. É o espelho de uma saturação profunda, que se tem abatido sobre o povo português ao longo de décadas de políticas de estrangulamento e asfixia fiscal e contributiva.

O cidadão comum está farto e cheio de promessas para o futuro, enquanto a carteira está cada vez mais vazia. Fartos de ouvir discursos vãos, enquanto o combustível, a habitação, o cabaz alimentar, o gás e a eletricidade continuam a subir de forma cada vez mais abrupta.

Angustiado de uma carga de impostos e contribuições que esmaga famílias e asfixia o tecido empresarial. O que falta na política governativa deste país, não é mais PowerPoint´s nem mais anúncios, é coragem para agir de imediato, combater os impostos excessivos sobre o trabalho e a produção, cortar despesa inútil, libertar quem cria emprego e devolver poder de compra a quem se levanta todos os dias para “colocar pão na mesa”.

As propostas do Partido Chega não oferecem miragens, brinda com prioridades claras, onde as pessoas estão sempre em primeiro, com as empresas a produzir, o Estado a servir em vez de sorver.
O Dr. André Ventura tem dito o que os outros evitam: “quem não soube governar tem de sair. Quem continua a gerir o declínio não pode pretender salvar o país”.

Os portugueses já falaram nas ruas e nas sondagens. Querem soluções agora, não demagogia. Querem quem tenha a coragem de aliviar a carga fiscal, de combater a especulação e a corrupção, que agilize a justiça e que coloque na ordem as contas públicas sem desculpas. Portugal não aguenta mais espera. Quem não sabe, que dê o lugar. Quem quer salvar o país, que governe. O povo já se pronunciou, por isso a “A César o que é de César e ao povo o que é do povo”.

Artigos do mesmo autor

Numa altura em que o país clama por transparência e rigor fiscal, o Orçamento do Estado para 2026 surge como um monumento à ilusão e à manipulação. O Governo, embalado em promessas de excedente, ignora os alertas estridentes do Conselho das Finanças Públicas e até do Presidente do Tribunal Constitucional, que, num gesto inédito, pediu […]

No dia 15 de outubro de 2017, o Distrito de Coimbra viveu uma das maiores tragédias da sua história recente. As chamas consumiram vidas, lares e empresas, deixando um rasto de dor e desolação que o tempo não apaga das suas memórias. Hoje, oito anos depois, lembramos com profundo pesar todas as vítimas humanas, os […]

A decisão da Associação Académica de Coimbra (AAC) em excluir o Partido CHEGA das reuniões de preparação para as eleições autárquicas de 2025 é, no mínimo, um ato profundamente lamentável. Mais do que uma afronta ao nosso Partido, esta posição revela uma perigosa deriva antidemocrática numa instituição que deveria pautar-se pela pluralidade, pelo debate de […]

A Segurança Social nasceu para ser o pilar fundamental do Estado Social português, no entanto, vive-se uma crise silenciosa nunca outrora vista. Criada para proteger os cidadãos portugueses em momentos de vulnerabilidade, tornou-se, nas últimas décadas, numa estrutura financeiramente pressionada por uma crescente subsidiodependência e pela incapacidade de responder, com dignidade, à totalidade das necessidades da população.

Num sistema democrático maduro, a representatividade no parlamento deve refletir não apenas as diversas opiniões políticas da sociedade, mas também a sua pluralidade profissional existente. No atual contexto do partido político CHEGA, que se apresenta nesta legislatura como a 2.ª Força Política, o processo atual de reforma e crítica do sistema tradicional, a eleição de […]