Pena suspensa para jovem que partilhou ficheiros de pornografia infantil

© D.R.

Um jovem residente em Santa Maria da Feira, no distrito de Aveiro, foi condenando a um ano e quatro meses de prisão suspensa por ter partilhado ficheiros de pornografia infantil na Internet, segundo um acórdão consultado hoje pela Lusa.

O tribunal deu como provado que, entre 26 de maio e 12 de agosto de 2020, o arguido, um engenheiro informático de 22 anos, procedeu ao carregamento de 29 ficheiros com imagens de crianças e adolescentes em práticas sexuais, partilhando os referidos ficheiros com outras pessoas, através da rede social Discord.

O Ministério Público acusou o arguido de 29 crimes de pornografia de menores agravados, mas o tribunal entendeu que este deveria ser punido apenas pela prática de um único crime, considerando que “a proximidade temporal aponta para uma única resolução criminosa”.

O arguido foi assim condenado por um crime de pornografia de menores agravado na pena de um ano e quatro meses de prisão, suspensa na sua execução por igual período, com regime de prova que inclua a frequência de programas de reabilitação para agressores sexuais de crianças e jovens.

Segundo o acórdão do Tribunal de Santa Maria da Feira, o arguido beneficiou de uma atenuação especial da pena, em virtude de lhe ter sido aplicado o regime especial para jovens.

Além da pena de prisão, foi ainda condenado nas penas acessórias de proibição de exercer profissão que envolva o contacto com menores e de assumir a confiança de menores pelo período de cinco anos.

“O arguido atuou com o propósito de redistribuir por outros membros da mesma plataforma tais ficheiros, divulgando-os, exibindo e cedendo, como forma de posteriormente vir a receber mais material do mesmo género, alimentando dessa forma um fluxo dinâmico e transacionável de material de pedofilia”, refere o acórdão datado de 28 de junho.

Últimas do País

Jovens que vão entrar no 7.º ano continuam sem colocação a poucas semanas do início das aulas. Ministério da Educação em silêncio.
Grupo que se apresentava como ‘Diligência Judicial’ é suspeito de ameaçar pessoas e empresas endividadas, apreender bens e obrigar vítimas a assumir dívidas alegadamente inexistentes. Investigação do DIAP de Lisboa e da PJ arrasta-se há mais de seis anos.
Mais de 1,6 milhões de pensionistas de velhice da Segurança Social receberam menos de 870 euros por mês em 2025. Entre os beneficiários de pensões de invalidez, a realidade é ainda mais pesada: cerca de 90% ficaram abaixo daquele valor.
Ministério Público acusa Rui Cristina na sequência de declarações sobre a política de habitação destinada à comunidade cigana. Autarca defende que a Câmara não deve continuar a canalizar dinheiro público para aquele grupo.
Menor foi surpreendido por dois indivíduos de rosto tapado, que efetuaram vários disparos em plena rua. Projétil ficou alojado no tronco e vítima sofreu ainda dois ferimentos na cabeça. Polícia procura os autores do ataque.
Partido avança com pedidos de informação sobre o parque habitacional dos municípios e quer conhecer o número de casas ocupadas e desocupadas, o valor médio das rendas e a dívida acumulada. CHEGA defende maior escrutínio sobre a gestão da habitação pública em plena crise de acesso à casa.
Comerciantes chegaram a oferecer cerca de 20 vezes o preço-base por bancas no interior do histórico mercado do Porto. Já três das quatro lojas exteriores levadas a hasta pública não receberam qualquer proposta. Câmara admite não ter explicação para o contraste.
A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), a PSP e a GNR lançam na terça-feira a campanha 'Taxa Zero ao Volante' para alertar para os riscos da condução sob a influência do álcool.
Marisa Garrido chefiou os Recursos Humanos da RTP entre 2008 e 2014, período em que foram regulamentados ou alvo de novas decisões vários complementos remuneratórios agora questionados pela Inspeção-Geral de Finanças. Atual secretária de Estado terá também recebido subsídios enquanto trabalhava na estação pública.
Mais de 750 bombeiros combatiam às 07:00 quatro incêndios nos distritos de Bragança, Vila Real, Viana do Castelo e Porto, sendo o fogo de Torre de Moncorvo o que mais meios mobilizava, segundo a proteção civil.