PR promulga alteração ao regime de recrutamento de docentes do ensino artístico

O Presidente da República promulgou hoje um diploma do Governo que altera o regime específico de seleção e recrutamento de docentes do ensino artístico especializado da música e da dança.

© Folha Nacional

 

Numa nota no sítio oficial da Presidência da República é dada a conhecer esta promulgação do diploma, que alarga assim este regime aos professores das artes visuais e dos audiovisuais.

Em 07 de setembro, o Conselho de Ministros tinha aprovado a realização de um concurso extraordinário para a vinculação de professores de artes visuais e audiovisuais das escolas artísticas António Arroio, em Lisboa, e Soares dos Reis, no Porto.

O decreto-lei então aprovado alterava o regime específico de seleção e recrutamento de docentes do ensino artístico especializado.

Segundo explicou a ministra da Presidência, Mariana Vieira da Silva, no briefing do referido Conselho de Ministros, o concurso deveria realizar-se ainda este ano, assim que o diploma fosse promulgado pelo Presidente da República, o que aconteceu hoje.

“É mais uma peça no caminho (…) do combate à precariedade e da vinculação dos professores do ensino público”, sublinhou Mariana Vieira da Silva, sem precisar o número de professores que entrarão para os quadros no âmbito do concurso.

A vinculação daqueles docentes esteve a ser negociada entre o Ministério da Educação e as organizações sindicais do setor, merecendo o acordo das federações nacionais dos Professores (Fenprof) e da Educação (FNE).

Últimas de Política Nacional

A dirigente e deputada do CHEGA Rita Matias afirmou hoje que o seu partido está disponível para um “diálogo concreto” com o PSD e devolveu ao primeiro-ministro, Luís Montenegro, a acusação de “falta de coragem”.
O presidente do CHEGA disse que tentou “até à última hora” um consenso com o Governo sobre a lei laboral, e rejeitou que o chumbo da proposta tenha sido “cálculo político”.
André Ventura levou ao debate quinzenal 47 páginas de propostas para alterar a reforma laboral, defendendo o regresso dos 25 dias de férias, a valorização de quem trabalha por turnos e uma revisão das regras de acesso aos apoios sociais.
O líder do CHEGA anunciou esta terça-feira que a reunião que teve com o primeiro-ministro sobre as alterações à lei laboral terminou sem acordo e indicou que o partido e o Governo vão "continuar a trabalhar" nas próximas horas.
O presidente do CHEGA, André Ventura, confirmou hoje que vai voltar a reunir-se com o primeiro-ministro e líder do PSD, Luís Montenegro, sobre a reforma laboral e pediu um compromisso escrito em relação à idade da reforma.
O Parlamento vota hoje uma lista conjunta PSD, CHEGA e PS para a eleição de quatro novos juízes candidatos ao Tribunal Constitucional (TC) e também a candidata proposta pelos socialistas para provedora de Justiça, Luísa Neto.
O Presidente do CHEGA defendeu hoje a confirmação do decreto do Parlamento sobre a utilização de bandeiras em edifícios públicos vetado pelo chefe de Estado, considerando que existe uma maioria suficiente para o fazer.
O Presidente do CHEGA afirmou hoje que não foi possível chegar a um entendimento com o Governo sobre a reforma laboral, depois de ter estado reunido com o primeiro-ministro, e reiterou que votará contra "se tudo se mantiver como está".
O primeiro-ministro e o presidente do CHEGA estão reunidos em São Bento, encontro que o gabinete de Luís Montenegro apenas confirma como "reunião de trabalho".
O CHEGA considera que "há caminho para andar" para um acordo com o Governo visando a viabilização da proposta do executivo que cria a prestação social única (PSU).