“Rei do TikTok”. André Ventura cresce mais de 400% num ano

Estudo da Rua Direita revela que o líder do CHEGA registou um aumento de 409% na rede social Tiktok, passando de 65.000 seguidores em 2023 para 331.000 este ano.

© Folha Nacional

André Ventura, presidente do partido CHEGA, registou um crescimento na rede social Tiktok, consolidando-se como a figura política mais influente nesta plataforma em Portugal. Em apenas um ano, Ventura viu o número de seguidores disparar 409,23%, passando de 65 mil em 2023 para 331 mil este ano.

O estudo foi realizado pelo jornal online Rua Direita, que “focou-se no alcance e popularidade relativa de cada deputado na popular rede social chinesa Tiktok que é cada vez mais influente sobretudo junto do eleitorado mais jovem.”

“Estes padrões revelam que o CHEGA é o partido com maior crescimento percentual nas redes sociais entre os seus deputados, enquanto partidos mais tradicionais ou de nicho têm um crescimento mais estável”, pode-se ler na publicação.

O aumento de seguidores veio acompanhado de uma subida igualmente significativa na quantidade de gostos nas suas publicações, que subiram 1253,64%, saltando de 295.500 para mais de quatro milhões.

Quando comparado com a esquerda, Ventura ficou 328 mil acima de o Secretário-Geral do Partido Socialista, Pedro Nuno Santos, isto porque o socialista conta com cerca 2474 seguidores na sua conta oficial pessoal. Já frente a Mariana Mortágua, coordenadora do Bloco de Esquerda, com 18200, o líder do CHEGA ultrapassa em mais de 312 mil.

A subida de popularidade nas redes sociais dos deputados do CHEGA não fica por aqui e estende-se à deputada Rita Matias, a assinalar um aumento na ordem de 200,61% de seguidores, que passaram de 16.500 no ano passado para 49.600 em 2024. Em paralelo, os gostos nas suas publicações cresceram 237,10%, passando de 162.800 para 548.800.

Últimas do País

A Polícia Judiciária (PJ) recolheu hoje na Câmara de Coruche, liderada pelo Partido Socialista nos últimos 20 anos, "documentação para efeitos de análise", relativa a matérias respeitantes a períodos anteriores ao atual mandato autárquico, informou o município, salientando ter prestado "toda a colaboração" às autoridades.
Os três jovens detidos por agressões violentas e uso de arma branca contra um cidadão que os repreendeu por fazerem barulho na via pública na zona da Miragaia, no Porto, saíram em liberdade, indicou hoje fonte judicial.
O presidente do CHEGA, André Ventura, manifestou hoje "total solidariedade" com os feridos de um acidente com um autocarro em Beja, desejando-lhes "rápida e plena recuperação".
A população portuguesa está entre as mais céticas na União Europeia quanto à capacidade de as autoridades nacionais lidarem com desastres naturais. Um relatório revela que 66% dos portugueses consideram que as autoridades nacionais não estão bem preparadas para lidar com esses eventos, a quarta taxa mais elevada na União Europeia.
A PSP anunciou hoje a apreensão de mais de 60 veículos e meios de mobilidade associados a situações de furto, roubo e abuso de confiança, no quadro de uma operação europeia conjunta.
A Polícia Judiciária (PJ) anunciou hoje a detenção em Sintra de um casal estrangeiro procurado no Reino Unido por crimes de burla e branqueamento de dinheiro durante a pandemia da Covid-19.
Está a aumentar o número de crianças que precisam de ser acolhidas em instituições devido a situações de violência familiar. Os casos envolvem menores que necessitam de proteção fora do ambiente em que viviam.
A Binance foi alvo de um ataque informático com impacto estimado em 5,6 mil milhões de euros. A empresa conseguiu congelar cerca de 2,7 mil milhões em ativos e garante que os clientes não terão de suportar eventuais prejuízos.
A Fruti-Taipina está acusada de recorrer a trabalhadores estrangeiros em situação irregular para reduzir os custos laborais. Em causa estão 15 crimes de auxílio à imigração ilegal e outros 15 relacionados com a utilização de trabalhadores estrangeiros sem situação regularizada.
O movimento Missão Escola Pública (MEP) rejeitou hoje “a diminuição das exigências de qualificação” para ensinar no 1.º ciclo, reagindo a uma proposta apresentada há dois dias pelo Ministério da Educação aos sindicatos de professores.