UE insiste em pressionar a Rússia para um Cessar-fogo: “Passou mais de um mês”

A Alta-Representante da União Europeia (UE) para os Negócios Estrangeiro defendeu hoje que é preciso a Rússia seja pressionada para aceitar as condições do cessar-fogo, recordando que a Ucrânia está a aguardar há um mês pela decisão de Moscovo.

© LUSA/ CHRISTOPHE PETIT TESSON

“Já passou mais de um mês desde que a Ucrânia aceitou um cessar-fogo incondicional e ainda não vimos isso da Rússia”, disse Kaja Kallas, à entrada para uma reunião ministerial, no Luxemburgo.

A chefe da diplomacia europeia insistiu que é necessário “continuar a pressionar a Rússia” para que aceite as condições que estão a ser apresentadas para um possível cessar-fogo.

A Alta-Representante da UE para a Política de Segurança acrescentou que “dois terços da iniciativa de munições já estão em marcha” (iniciativa para adquirir munições de artilharia para ajudar a Ucrânia a suprir as necessidades que tem), “mas é preciso fazer mais”.

Kaja Kallas tem feito do reforço do apoio à Ucrânia bandeira das funções que desempenha enquanto responsável pela diplomacia da União Europeia.

Enquanto primeira-ministra da Estónia, funções que deixou de desempenhar para poder assumir as de Alta-Representante da UE para os Negócios Estrangeiros e Política de Segurança, Kaja Kallas era favorável a um reforço do apoio ao país invadido pela Rússia.

Para Kaja Kallas, é preciso ir além dos 23.000 milhões de euros que já estão equacionados este ano.

As declarações de Kaja Kallas surgem um dia após um atauqe russo a Sumi, na Ucrânia, ter matado 34 pessoas e causado ferimentos a mais de uma centena.

Últimas de Política Internacional

Depois de a Inspeção-Geral de Finanças identificar 12,25 milhões de euros em pagamentos “indevidos”, partido quer escrutinar remunerações, autorizações e mecanismos de controlo da estação pública.
Num comunicado divulgado no final dessa reunião, o Conselho da UE refere que os ministros trocaram "pontos de vista sobre a importância de proteger as fronteiras externas" do bloco europeu.
O CHEGA apresentou um projeto de resolução que recomenda ao Governo português que se oponha à adoção do 'European Democracy Shield', iniciativa promovida pela Comissão Europeia.
Os eurodeputados do PS e do PSD votaram esta quinta-feira contra a rejeição do polémico 'Chat Control', permitindo que a proposta europeia continue o seu percurso legislativo. Em sentido contrário, os eurodeputados do CHEGA, integrados no grupo Patriots for Europe, votaram pela rejeição do diploma, defendendo que a medida representa uma ameaça à privacidade dos cidadãos.
O Comandante da força aeroespacial da Guarda da Revolução Islâmica afirmou hoje que o Irão vai transformar o Médio Oriente "num inferno” para os Estados Unidos, depois de uma nova troca de ataques entre os dois países na região.
O partido liderado por André Ventura quer garantir igualdade no acesso ao voto, enquanto PS e PSD mantêm silêncio sobre uma reivindicação antiga da diáspora.
O presidente do CHEGA, André Ventura, considerou hoje que o ataque de Israel e Estados Unidos contra o Irão "inquieta e gera incerteza", mas admitiu que, "começada a guerra, é fundamental alcançar os objetivos".
Uma proposta apresentada por Angie Roselló, porta-voz do partido espanhol de extrema esquerda Unidas Podemos, na autarquia de San Antoni, em Ibiza, está a gerar forte controvérsia.
O candidato presidencial e líder do CHEGA hoje “o derrube do regime de Nicolás Maduro“, após uma intervenção militar dos Estados Unidos da América na Venezuela, é “um sinal de esperança” para o povo daquele país e as comunidades portuguesas.
O Tribunal Constitucional indicou esta terça-feira que não admitiu as candidaturas às eleições presidenciais de Joana Amaral Dias, Ricardo Sousa e José Cardoso.