Líderes do G7 acusam Irão de ser “principal fonte de instabilidade e terrorismo”

Os líderes do G7 afirmaram o direito de Israel a "defender-se", acusaram o Irão de ser a "principal fonte de instabilidade e de terrorismo na região" e apelaram à "proteção dos civis", segundo uma declaração conjunta.

© EPA/FILIPPO ATTILI/CHIGI

No mesmo texto, assinado esta segunda-feira, afirmaram que têm “sido consistentemente claros quanto ao facto de o Irão nunca poder ter uma arma nuclear”.

“Exortamos a que a resolução da crise no Irão conduza a um abrandamento mais amplo das hostilidades no Médio Oriente, incluindo um cessar-fogo em Gaza”, escreveram ainda os líderes do G7.

De acordo com uma declaração conjunta, os sete países apelaram ainda que “a resolução da crise iraniana conduza a um abrandamento mais amplo das hostilidades no Médio Oriente, incluindo um cessar-fogo em Gaza”.

O grupo reitera o “compromisso com a paz e a estabilidade no Médio Oriente” e é nesse contexto que sublinha, não só que “Israel tem o direito de se defender”, como “reitera o apoio à segurança de Israel”.

Finalmente, o G7 afirmou que se “mantém vigilante quanto às implicações para os mercados internacionais da energia”.

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