GNR detém 151 condutores hoje de madrugada nos acessos a Lisboa, Porto e Algarve

A Guarda Nacional Republicana deteve hoje de madrugada 151 condutores, a maioria por excesso de álcool, nos principais eixos de acesso às áreas metropolitanas de Lisboa, Porto e Algarve.

© GNR

Em comunicado, aquela força de segurança indica que realizou hoje de madrugada, durante quatro horas, uma ação especial de fiscalização rodoviária orientada para a condução sob o efeito do álcool nos principais eixos de acesso às áreas metropolitanas de Lisboa, Porto e Algarve.

Durante esta operação, os militares da GNR fiscalizaram 8.962 condutores, que foram submetidos ao teste de pesquisa de álcool no sangue, tendo detetado 465 excessos de álcool, dos quais 135 apresentavam uma taxa de álcool no sangue (TAS) superior a 1,2 g/l, o que é considerado crime.

A corporação destaca a detenção de um condutor que, após ter tentado fugir à fiscalização, inverteu o sentido de marcha e iniciou uma fuga em contramão na Autoestrada 2, que liga Lisboa ao Algarve. Depois de ter sido de “imediato intercetado” pelos militares da Guarda, o condutor apresentava uma TAS superior a 1,2 g/l.

Da operação resultou a detenção de 151 condutores, dos quais 135 por condução com uma taxa de álcool no sangue igual ou superior a 1,2 g/l e 16 por falta de habilitação legal para conduzir.

A GNR refere ainda que registou, nas quatros horas da operação realizada na noite da passagem do ano, uma contraordenação por posse e consumo de óxido nitroso durante a condução, em flagrante delito, com apreensão de quatro botijas de 3,3 litros, duas contraordenações por consumo de droga e uma participação criminal por tráfico de droga com apreensão de 26 doses de haxixe (resina).

Esta fiscalização inseriu-se no âmbito da Operação Natal e Ano Novo que a GNR realiza até domingo.

Últimas do País

Trinta moradores de um prédio em Setúbal ficaram hoje desalojados na sequência de um incêndio na garagem do edifício, cuja origem está a ser investigada pela Polícia Judiciária (PJ), avançou fonte da Proteção Civil.
A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) entregou ao Governo um documento com propostas de alteração para “uma tabela de remuneração digna e justa”, entre outras matérias, para que dê conhecimento à tutela das matérias pendentes, segundo um comunicado.
Vários especialistas em hidráulica denunciaram esta sexta-feira, em Coimbra, a falta de manutenção da obra hidráulica do Baixo Mondego e o antigo presidente do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) Carlos Matias Ramos considerou a obra abandonada.
Os oito estrangeiros detidos na quarta-feira pela Polícia Judiciária (PJ) numa embarcação de pesca, ao largo dos Açores, com 1.800 quilos de cocaína a bordo, vão aguardar o transportador do processo em prisão preventiva, foi hoje revelado.
A pena mais gravosa foi aplicada à mulher, uma empresária de nacionalidade angolana, a qual foi condenada a cinco anos e oito meses de prisão, enquanto o homem, de nacionalidade brasileira, foi punido com uma pena de cinco anos e quatro meses de prisão, segundo um acórdão consultado esta sexta-feira pela agência Lusa.
A Comissão Utentes Fertagus enviou na quinta-feira, 12 de março, à Comissão Europeia uma queixa contra o Estado português por permitir que os passageiros sejam diariamente transportados em condições “fora do padrão europeu” e “com riscos de segurança”.
Trinta por cento da frota da Rodoviária do Tejo, concessionária dos transportes públicos de passageiros na cidade e Região de Leiria, danificada devido ao mau tempo, já foi recuperada, disse hoje o administrador Paulo Carvalho.
Cerca de 800 mil euros pagos na compra de uma vivenda na Malveira acabaram na conta de José Sócrates, levando o Ministério Público a abrir um novo inquérito relacionado com o universo da Operação Marquês.
A Deco alertou esta sexta-feira, 13 de março, para os riscos da digitalização do atendimento ao cliente, tendo avaliado negativamente a maioria dos sistemas digitais de apoio de 24 empresas de setores essenciais.
A Guarda Nacional Republicana (GNR) registou nos últimos sete anos 1.900 acidentes na via pública que envolveram trotinetas elétricas, que causaram 10 mortos.