“Contamos cerca de quarenta mortos e cerca de 115 feridos, a maioria em estado grave”, anunciou o chefe da polícia, Frédéric Gisler, durante uma conferência de imprensa em Sion (sudoeste da Suíça), enquanto ao seu lado o presidente da confederação, Guy Parmelin, referia que esta foi “uma das tragédias terríveis” que a Suíça já conheceu.
O governo suíço disse hoje que já recebeu várias mensagens e telefonemas de condolências e solidariedade de governos após o incêndio e precisou que vários deles se ofereceram para receber feridos com queimaduras muito graves e extensas.
“Alguns desses países irão colaborar com a Suíça para receber aqueles que sofreram queimaduras muito graves, pois essas pessoas precisam de ser atendidas muito rapidamente”, declarou o presidente suiço, após funcionar a área do sinistro.
A polícia ainda não avançou informação sobre a causa do incêndio, mas já excluiu a hipótese atentado.
Crans Montana é uma estância de esportes de inverno que atrai turistas de todo o mundo – situada no coração dos Alpes suíços, cerca de 40 quilômetros ao norte do Matterhorn, um dos mais famosos picos alpinos – e com uma população de cerca de 10.000 residentes.