Presidenciais: “Eu vou agregar a direita a partir de hoje”

O candidato presidencial André Ventura afirmou que irá agregar a direita a partir de hoje, face às projeções que indicam uma segunda volta das eleições entre o líder do CHEGA e António José Seguro, apoiado pelo PS.

© Folha Nacional

“Eu vou agregar a direita a partir de hoje”, disse André Ventura, que falava aos jornalistas à chegada ao hotel em Lisboa onde está a acompanhar a noite eleitoral.

Para o líder do CHEGA, as projeções indicam que será “o novo líder da direita em Portugal”, reiterando, tal como o fez durante a campanha, que na segunda volta irá apelar “a todo o povo não socialista” para votar contra uma candidatura apoiada pelo PS.

“Hoje é importante dizer que o socialismo não deve continuar a ser poder em Portugal. Ora, numa direita fragmentada, nós temos que medir o reconhecimento do nosso trabalho pelos eleitores, por quem liderar essa direita. O facto de os eleitores me terem dado, segundo todas as projeções que vi, a liderança dessa direita deixa-me muito orgulhoso, muito orgulhoso”, afirmou.

Sobre eventuais apoios numa segunda volta, André Ventura começou a campanha por remeter para “a consciência” do primeiro-ministro e presidente do PSD, Luís Montenegro, um eventual apoio à sua candidatura contra António José Seguro.

Contudo, uns dias depois, disse não querer o seu apoio e, num jantar-comício em Coimbra foi mais longe, desafiando Luís Marques Mendes e João Cotrim de Figueiredo a dizer “que se lixe” o social-democrata.

No último dia de campanha, Ventura disse esperar que os líderes do PSD e da IL não obstaculizassem uma vitória sua que impedisse o socialismo de regressar ao Palácio de Belém.

Últimas de Política Nacional

O candidato presidencial André Ventura afirmou que irá agregar a direita a partir de hoje, face às projeções que indicam uma segunda volta das eleições entre o líder do CHEGA e António José Seguro, apoiado pelo PS.
O secretário-geral do CHEGA, Pedro Pinto, hoje que o país está perante “uma noite histórica” e manifestou-se confiante na passagem de André Ventura na segunda volta das eleições presidenciais contra António José Seguro.
A influência às urnas para a eleição do próximo Presidente da República situava-se, até às 16h00 de hoje, nos 45,51%, segundos dados da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna, acima do que se registou nas últimas eleições.
O candidato presidencial e líder do CHEGA, André Ventura, hoje que a campanha pôde ter sido mais esclarecedora mas apelou aos portugueses para que se mobilizassem e aproveitassem o “dia fantástico” para votar.
Mais de 11 milhões de candidatos são hoje chamados a escolher o sucessor de Marcelo Rebelo de Sousa, numas eleições para a Presidência da República muito disputadas e com registo de 11 candidatos.
O candidato presidencial apoiado pelo Chega disse hoje esperar que os líderes do PSD e IL “não sejam pelo menos um obstáculo” a uma vitória sua “que impeça o socialismo” de regressar ao Palácio de Belém.
O candidato presidencial apoiado pelo CHEGA reforçou na quinta-feira à noite o apelo ao voto no domingo alegando que "a mudança nunca esteve tão perto".
A campanha para as eleições presidenciais de domingo termina hoje com a maioria dos candidatos a concentrar as últimas ações na região de Lisboa, à exceção de Catarina Martins e João Cotrim Figueiredo.
O candidato presidencial apoiado pelo CHEGA afirmou hoje que o país “terá ordem” a partir de domingo e respondeu a quem considera que votar em si é “inútil”, como afirmou o almirante Gouveia e Melo.
O candidato presidencial André Ventura afirmou hoje que Luís Montenegro, ao entrar novamente na campanha, procura ser “o salva boias” [salva-vidas] de Espinho para tentar ajudar a campanha de Marques Mendes.