PSP regista em 2025 mais 8% de infrações por falta de cinto de segurança e sistemas de retenção

A PSP registou em 2025 um aumento de 8% nas infrações por falta de uso de cintos de segurança e outros sistemas de retenção e apela aos condutores para evitarem comportamentos de risco, durante as tempestades que afetam Portugal.

© Facebook/PSP

Segundo dados da PSP esta terça-feira divulgados, durante 2025 a PSP registou 2767 contraordenações por falta de uso do cinto de segurança (+ 32 que em 2024) e 1227 por falta de uso dos restantes sistemas de retenção (+ 267 que em 2024).

Estes números, adianta a PSP, traduz-se num aumento de mais de 8% destas infrações face ao ano anterior, que considera ser fruto da “intensificação das operações de prevenção e fiscalização rodoviária realizadas pela em todo o território nacional.

A PSP alerta os automobilistas para evitarem comportamentos que causem distração durante a condução, especialmente em situações de agravamento do mau tempo, com chuvas e ventos fortes, avisando que estará ainda mais atenta a situações deste género.

A PSP sublinha que as condições meteorológicas adversas, previstas pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) para os próximos dias, elevam e aumentam o risco de ocorrência de acidentes rodoviários, tornando o uso obrigatório de dispositivos de segurança (cinto de segurança e cadeirinhas para crianças) uma medida importante, que pode ajudar a proteger a integridade física dos utentes das viaturas e, inclusivamente, salvar vidas.

A PSP lembra que o uso do cinto de segurança: é obrigatório para todos os ocupantes do veículo, incluindo no banco de trás e aconselha à utilização de sistemas de retenção devidamente homologados e adequados à criança e que deve ser feita a verificação sobre se estão corretamente instalados e apertados, pois “um cinto mal colocado pode agravar lesões em caso de impacto”.

A polícia apela aos automobilistas para que adaptem a condução às condições meteorológicas adversas e ao estado da via: com chuva reduzam a velocidade, aumentem a distância de segurança para o veículo da frente (pelo menos o dobro do habitual) e evitem manobras bruscas, já que a chuva intensa pode causar ‘aquaplaning’ e, conjugada com vento forte, a perda de controlo da viatura.

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