Combustíveis disparam e pressão aumenta sobre o Governo

Os preços dos combustíveis voltam a subir esta segunda-feira e aproximam-se de níveis históricos. Medidas do Governo são insuficientes para travar a subida dos preços. 

© D.R

Segundo o Correio da Manhã, o litro de gasóleo deverá ultrapassar os dois euros nos postos de abastecimento, enquanto a gasolina se aproxima rapidamente desse valor, num cenário que volta a pressionar famílias e empresas.

Contas feitas, o gasóleo deverá subir cerca de oito cêntimos e meio, enquanto a gasolina regista um aumento próximo dos seis cêntimos, valores que colocam novamente os combustíveis em patamares elevados.

A  situação está a gerar críticas à estratégia do Governo, com vários setores a considerarem que as medidas são insuficientes e chegam tarde para aliviar o custo de vida.

No plano político, o CHEGA tem defendido uma redução mais significativa da carga fiscal sobre os combustíveis, nomeadamente através da descida do IVA, como forma de aliviar de forma imediata o impacto no bolso dos portugueses.

Com os preços a subir novamente, o tema promete regressar ao centro do debate político, num momento em que o custo dos combustíveis continua a pesar no dia a dia.

Últimas de Política Nacional

Nova lei endurece regras de acesso à nacionalidade portuguesa e reforça exigência de ligação efetiva ao país.
Os preços dos combustíveis voltam a subir esta segunda-feira e aproximam-se de níveis históricos. Medidas do Governo são insuficientes para travar a subida dos preços.
Uma contratação feita pela Câmara Municipal de Abrantes, atualmente liderada pelo PS, está a gerar polémica e a levantar dúvidas sobre critérios de escolha. Em causa está a contratação de uma banda praticamente desconhecida para atuar como cabeça de cartaz nas festas da cidade, cujo membro pertence à concelhia dos socialistas.
O líder do CHEGA indicou hoje que, se as alterações à legislação laboral fossem votadas agora, o partido seria contra e considerou que a greve geral mostra o “fracasso do Governo” nas negociações.
O Parlamento rejeitou esta sexta-feira as propostas do CHEGA para reforçar proteção e compensação de profissionais expostos diariamente à violência.
O presidente do CHEGA acusou o Governo de deixar por cumprir uma parte substancial dos apoios prometidos após a tempestade Kristin, criticando a ausência de execução das medidas anunciadas, a pressão fiscal sobre os lesados e a falta de resposta do Executivo perante o agravamento dos custos para famílias e empresas.
O líder do CHEGA, André Ventura, classificou como 'marketing' o programa 'Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência' (PTRR), hoje apresentado pelo Governo, e considerou que não define prioridades nem estratégias.
Paulo Abreu dos Santos, ex-adjunto de uma ministra socialista, está indiciado por 576 crimes de pornografia de menores e por integrar 13 grupos de partilha de abuso sexual infantil.
O CHEGA voltou a defender regras mais apertadas para o financiamento partidário, exigindo maior transparência nos donativos e o fim dos benefícios fiscais atribuídos aos partidos políticos.
O partido liderado por André Ventura quer ministro Miguel Pinto Luz a esclarecer por que motivo só um edifício terá proteção antissísmica reforçada numa infraestrutura hospitalar crítica.