As empresas europeias estão a ter menos lugares por preencher. A taxa de empregos vagos recuou no segundo trimestre de 2026 tanto na zona euro como no conjunto da União Europeia, segundo os dados divulgados pelo Eurostat.
Na zona euro, o indicador caiu para 2,1%, depois dos 2,3% registados nos primeiros três meses do ano. Também ficou abaixo dos 2,2% observados no segundo trimestre de 2025.
Na União Europeia, a descida foi mais ligeira: de 2,1% para 2,0%, tanto em comparação com o trimestre anterior como com o mesmo período do ano passado.
Portugal, porém, fica fora desta fotografia. O Eurostat não apresenta ainda dados nacionais relativos ao segundo trimestre, impedindo perceber se o mercado de trabalho português acompanhou a travagem europeia ou seguiu em sentido contrário.
Entre os países com informação disponível, os Países Baixos lideram, com uma taxa de empregos vagos de 4,1%, seguidos da Bélgica, com 3,3%, Malta, com 3,1%, e Áustria, com 2,9%.
No extremo oposto surge a Roménia, com apenas 0,5%. Polónia e Bulgária registam 0,8%, enquanto Espanha e Eslováquia ficam pelos 0,9%.