Preços na produção industrial sobem 27% na zona euro

Os preços na produção industrial avançaram, em novembro, 27,1% na zona euro e 27,4% na União Europeia (UE), na variação homóloga, divulga hoje o Eurostat.

Já na comparação com outubro, o indicador recuou 0,9% em ambas as zonas, indica o serviço estatístico da UE.

Entre os Estados-membros, as maiores subidas homólogas dos preços na produção industrial registaram-se na Hungria (63,5%), na Letónia (51,2%) e na Roménia (44,8%), com a única baixa a ser assinalada na Irlanda (-13,0%).

Na variação em cadeia, a Bulgária (-12,6%), a Eslováquia (-11,6%) e a Grécia (-6,0%) apresentaram os principais recuos, enquanto os maiores avanços foram observados em Itália (3,3%), na Suécia (2,7%) e na Irlanda (2,4%).

Em Portugal, os preços na produção industrial subiram 12,2% face a novembro de 2021 e 0,3% quando comparados com os de outubro.

Últimas de Economia

O cabaz essencial de 63 produtos, monitorizado pela Deco PROteste, atingiu esta semana um novo máximo de 254,99 euros, mais 0,60 euros relativamente à semana anterior, foi hoje anunciado.
O Banco Central Europeu (BCE) prevê que a inflação vai acelerar para 3,1% no segundo trimestre de 2026 devido ao aumento dos preços da energia causado pela guerra no Médio Oriente.
A atividade económica em Portugal registou uma quebra na última semana de março, de acordo com o indicador diário divulgado hoje pelo Banco de Portugal (BdP).
As taxas Euribor desceram a seis e 12 meses e subiram a três meses hoje, face a quarta-feira.
Os concursos de empreitadas de obras públicas promovidos até fevereiro diminuíram 35% em número e 49% em valor face ao mesmo mês de 2025, respetivamente para 467 e 861 milhões de euros.
O consumo de eletricidade atingiu, entre janeiro e março, o valor mais elevado de sempre para um primeiro trimestre em Portugal, registando um máximo de 14,6 Terawatt-hora (TWh), segundo informou a REN - Redes Energéticas Nacionais em comunicado.
Os consumidores em Portugal contrataram em fevereiro 769,4 milhões de euros em crédito ao consumo, numa subida homóloga acumulada de 10,8%, enquanto o número de novos contratos recuou para 134.697, divulgou hoje o Banco de Portugal (BdP).
Os pagamentos em atraso das entidades públicas fixaram-se em 369,7 milhões de euros em fevereiro, uma subida de 5,8 milhões de euros face ao período homólogo e de 34,5 milhões face a janeiro, foi hoje anunciado.
Os preços das casas estão a aumentar ininterruptamente em Portugal desde que o primeiro governo de Luís Montenegro tomou posse, em 02 de abril de 2024, contribuindo para agravar uma crise ainda sem solução à vista.
A dívida pública na ótica de Maastricht, a que conta para Bruxelas, aumentou cerca de 1.560 milhões de euros em fevereiro, para 282.711,2 milhões de euros, segundo dados hoje divulgados pelo Banco de Portugal (BdP).