Detido vice-presidente da Câmara Municipal de Gaia

©cm-gaia

A Polícia Judiciária deteve seis pessoas, na manhã desta terça-feira, na sequência de buscas realizadas às câmaras municipais de Vila Nova de Gaia e do Porto, avança a CNN.

Um dos detidos, refere a mesma fonte, é o vice-presidente da Câmara Municipal de Gaia, Patrocínio Azevedo.

Em causa estão crimes de abuso de poder, corrupção ativa e passiva e recebimento indevido de vantagem, crimes que terão sido cometidos na área do urbanismo.

Fonte judicial disse à agência Lusa que as buscas na autarquia de Vila Nova de Gaia incidem sobre supostos “esquemas de corrupção”, envolvendo elementos da vereação, sendo ainda expectável haver detenções, na sequência da emissão de “vários mandados de detenção”.

Fonte da Câmara do Porto confirmou a realização das buscas da PJ no município. Segundo a mesma fonte, foram apreendidos os telemóveis do vereador do urbanismo, Pedro Baganha, e de uma chefe de divisão do urbanismo.

Patrocínio Azevedo é o responsável do executivo municipal pelas áreas de Planeamento Urbanístico e Política de Solos, pelo Licenciamento Urbanístico e pelas Obras Municipais.

[notícia em atualização]

Últimas de Política Nacional

O Parlamento rejeitou todas as propostas apresentadas pelo CHEGA para reforçar o mercado de arrendamento, incluindo a descida para 5% da taxa de IRS aplicada aos rendimentos prediais.
Um jornalista da rádio Observador foi retirado da sala durante uma audição da Comissão Parlamentar de Inquérito ao INEM, após uma decisão conjunta de PS e PSD. O CHEGA foi o único partido a votar contra.
O PS e o PSD chumbaram, na Comissão de Infraestruturas, Mobilidade e Habitação, um requerimento do CHEGA que pretendia ouvir especialistas independentes sobre a localização do futuro Aeroporto Luís de Camões, impedindo que dúvidas técnicas, económicas e ambientais fossem discutidas no Parlamento.
A presidente da Câmara de Alcácer do Sal, Clarisse Campos, retirou os pelouros ao vereador Mário Caixas, também eleito pelo PS, alegando quebra de confiança política num momento considerado decisivo para a recuperação do concelho após as recentes cheias.
O serviço ferroviário entre Lisboa e Setúbal, que atravessa a Ponte 25 de Abril, vai estar sob escrutínio no Parlamento. O CHEGA conseguiu aprovar uma audição para ouvir utentes, Fertagus e Governo sobre as condições de segurança, capacidade e qualidade do serviço.
O presidente do CHEGA, André Ventura, acusou esta quarta-feira o Governo de se vitimar e o primeiro-ministro de querer desviar atenções e usar as alterações à lei laboral como “manobra de distração”.
O Ministério Público arquivou 51 denúncias apresentadas contra cartazes do CHEGA, concluindo que os slogans não configuram crime e estão protegidos pela liberdade de expressão no debate político.
O Parlamento português recusou uma proposta do CHEGA que defendia que Portugal deveria fazer todos os esforços para reconhecer a Irmandade Muçulmana como organização terrorista.
O CHEGA entregou um projeto de resolução no parlamento em que recomenda ao Governo a adoção de "medidas urgentes" para assegurar o "regular funcionamento" dos tribunais e serviços do Ministério Público (MP) na Comarca de Portalegre.
O CHEGA apresentou um projeto de lei que propõe a criação da carreira especial de medicina dentária e a sua integração plena no Serviço Nacional de Saúde (SNS), para reforçar o acesso da população portuguesa a cuidados de saúde oral.