Detido vice-presidente da Câmara Municipal de Gaia

©cm-gaia

A Polícia Judiciária deteve seis pessoas, na manhã desta terça-feira, na sequência de buscas realizadas às câmaras municipais de Vila Nova de Gaia e do Porto, avança a CNN.

Um dos detidos, refere a mesma fonte, é o vice-presidente da Câmara Municipal de Gaia, Patrocínio Azevedo.

Em causa estão crimes de abuso de poder, corrupção ativa e passiva e recebimento indevido de vantagem, crimes que terão sido cometidos na área do urbanismo.

Fonte judicial disse à agência Lusa que as buscas na autarquia de Vila Nova de Gaia incidem sobre supostos “esquemas de corrupção”, envolvendo elementos da vereação, sendo ainda expectável haver detenções, na sequência da emissão de “vários mandados de detenção”.

Fonte da Câmara do Porto confirmou a realização das buscas da PJ no município. Segundo a mesma fonte, foram apreendidos os telemóveis do vereador do urbanismo, Pedro Baganha, e de uma chefe de divisão do urbanismo.

Patrocínio Azevedo é o responsável do executivo municipal pelas áreas de Planeamento Urbanístico e Política de Solos, pelo Licenciamento Urbanístico e pelas Obras Municipais.

[notícia em atualização]

Últimas de Política Nacional

Milhares de profissionais de segurança privada que trabalham diariamente em centros comerciais, hospitais, aeroportos e transportes de valores poderão vir a receber um subsídio de risco e passar a usar meios de defesa não letais em serviço. Esta é a proposta apresentada pelo CHEGA através de um projeto de lei que altera o regime jurídico da segurança privada e a legislação sobre armas e munições.
O Executivo contratou serviços de maquilhagem e cabeleireiro para garantir “qualidade de imagem” em conferências de imprensa. O contrato prevê a realização de 50 sessões ao longo de um ano, ao valor de 230 euros por sessão.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, deu hoje posse ao novo ministro da Administração Interna, Luís Neves, até agora diretor nacional da Polícia Judiciária, que substitui no cargo Maria Lúcia Amaral.
Milhões de portugueses vivem fora do país, mas poucos conseguem votar. Para o CHEGA, a solução passa por digitalizar o processo eleitoral: o partido apresentou um projeto de resolução que recomenda ao Governo a introdução do voto eletrónico nos círculos eleitorais da diáspora.
O primeiro-ministro anunciou hoje que o Governo quer aprovar a versão final do PTRR no início de abril e o envelope financeiro só será definido após o período de auscultação nacional.
O CHEGA/Madeira apresentou um voto de protesto na Assembleia Legislativa regional pelas declarações do líder parlamentar do PSD na Assembleia da República, Hugo Soares, no âmbito do debate sobre o subsídio social de mobilidade realizado na quarta-feira.
O CHEGA propôs a revisão do regime jurídico do uso de armas de fogo, defendendo o alargamento das situações em que os agentes podem disparar, nomeadamente para travar suspeitos de crimes graves, armados ou a atuar em grupo. A iniciativa foi, contudo, chumbada com os votos contra de PSD, PS e Iniciativa Liberal.
O presidente do CHEGA sustenta que a polícia tem de poder agir sem receio quando está em causa a segurança dos cidadãos, e acusa o sistema de desproteger quem protege.
O uso de armas de fogo pelas forças de segurança poderá passar a ser permitido em mais situações do que as atualmente previstas na lei. É essa a proposta apresentada pelo CHEGA, que pretende rever profundamente o regime jurídico em vigor desde 1999.
O líder do CHEGA apontou falhas graves na resposta às tempestades e responsabilizou o Executivo por atrasos, descoordenação e decisões que deixaram populações entregues a si próprias.