Detido vice-presidente da Câmara Municipal de Gaia

©cm-gaia

A Polícia Judiciária deteve seis pessoas, na manhã desta terça-feira, na sequência de buscas realizadas às câmaras municipais de Vila Nova de Gaia e do Porto, avança a CNN.

Um dos detidos, refere a mesma fonte, é o vice-presidente da Câmara Municipal de Gaia, Patrocínio Azevedo.

Em causa estão crimes de abuso de poder, corrupção ativa e passiva e recebimento indevido de vantagem, crimes que terão sido cometidos na área do urbanismo.

Fonte judicial disse à agência Lusa que as buscas na autarquia de Vila Nova de Gaia incidem sobre supostos “esquemas de corrupção”, envolvendo elementos da vereação, sendo ainda expectável haver detenções, na sequência da emissão de “vários mandados de detenção”.

Fonte da Câmara do Porto confirmou a realização das buscas da PJ no município. Segundo a mesma fonte, foram apreendidos os telemóveis do vereador do urbanismo, Pedro Baganha, e de uma chefe de divisão do urbanismo.

Patrocínio Azevedo é o responsável do executivo municipal pelas áreas de Planeamento Urbanístico e Política de Solos, pelo Licenciamento Urbanístico e pelas Obras Municipais.

[notícia em atualização]

Últimas de Política Nacional

O presidente do CHEG anunciou hoje o pedido de audição parlamentar urgente do ministro da Administração Interna, do secretário-geral adjunto demissionário António Pombeiro e do general Paulo Viegas Nunes, questionando a “integridade” desta escolha para o SIRESP.
O líder do CHEGA criticou hoje a “estratégia caricata” de Luís Montenegro de “recusar em público” as principais exigências do partido para rever a lei laboral, mas sem se excluir das negociações.
Demitiu-se do cargo, na sexta-feira, o secretário-geral adjunto do Ministério da Administração Interna (MAI), António Pombeiro. Foi o seu segundo pedido de demissão apresentado no espaço de um mês.
O presidente do CHEGA afirmou esta sexta-feira que “o bloco central de interesses” continua a impedir o apuramento da verdade sobre as FP-25, defendendo no Parlamento que Portugal continua sem conhecer toda a verdade sobre um dos períodos mais polémicos da democracia portuguesa.
O Parlamento aprovou hoje na generalidade uma recomendação do CHEGA que propõe ao Governo a transformação do Dia da Defesa Nacional em semana.
O Conselho Nacional do CHEGA propôs a rejeição da reforma laboral e da reforma do Estado, apresentadas pelo Governo, considerando que estes diplomas "não podem contar com o voto favorável" do partido.
O presidente do CHEGA pediu aos militantes, na intervenção de abertura do Conselho Nacional do CHEGA, responsabilidade e união, propondo que o partido se junte "por Portugal nestes próximos meses”.
O líder do CHEGA diz que mais de 90% dos contratos públicos podem escapar ao controlo prévio e acusa PSD e PS de enfraquecerem a fiscalização do dinheiro dos portugueses.
Os alertas surgem numa altura em que continuam a multiplicar-se investigações relacionadas com corrupção, contratação pública e utilização de fundos públicos em Portugal.
Raul Cunha, ex-presidente da Câmara de Fafe, eleito pelo PS, e membros do antigo executivo municipal vão responder em tribunal por alegados crimes ligados a contratação pública e negócios com uma cooperativa participada pelo próprio município.