Marcelo visitou militar dos curso de Comandos internado e inteirou-se de “evolução positiva”

© Presidência da República

O Presidente da República visitou o militar do curso de Comandos do Exército internado no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, e inteirou-se da “evolução positiva” do seu estado de saúde.

Esta informação consta de uma nota publicada hoje no sítio oficial da Presidência da República na Internet.

Segundo esta nota, o chefe de Estado e comandante supremo das Forças Armadas visitou o militar no hospital, “a quem desejou rápidas melhoras, tendo-se inteirado da evolução positiva que se tem estado a verificar”.

Na terça-feira, o Exército anunciou que um militar do 139.º curso de Comandos se encontrava em coma induzido no Hospital Santa Maria, após ter sofrido “um golpe de calor” no dia 12 de junho “durante a execução da instrução de marcha-corrida, com a distância de 15 quilómetros, com carga de cinco quilos, no quilómetro 14”.

Em comunicado, o Exército informou que o militar foi assistido por uma equipa médica militar, tendo sido acionado o INEM, que o transportou para o Hospital de Santa Maria, em Lisboa, onde foi admitido nos cuidados intensivos.

O Exército adiantou que “foi iniciado um processo de averiguações” sobre este episódio.

Na quinta-feira, o Exército comunicou que o militar internado no Hospital de Santa Maria “já saiu do coma induzido, encontrando-se a respirar de forma autónoma, com evolução clínica favorável”.

Últimas de Política Nacional

O presidente do CHEGA lamentou hoje que a diplomacia tenha falhado no conflito que opõe Estados Unidos da América e Israel ao Irão, mas considerou que o regime iraniano teve "uma certa culpa" e espera uma mudança no país.
O presidente do CHEGA, André Ventura, propôs hoje a criação de uma comissão no parlamento dedicada à reforma do Estado presidida pelo antigo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, e rejeitou que o social-democrata seja uma ameaça ao seu partido.
Portugal deve pressionar as organizações internacionais de que faz parte para que a Irmandade Muçulmana seja classificada como organização terrorista. Esta é a proposta apresentada pelo CHEGA, através de um projeto de resolução que pretende levar o Governo a assumir uma posição diplomática ativa junto da União Europeia, das Nações Unidas e de outros organismos multilaterais.
O parlamento chumbou hoje, com votos contra de PSD, CDS e IL, e abstenção do PS, iniciativas do CHEGA que pretendia rever o complemento de pensão de militares e polícias, face a discrepâncias na atribuição das reformas.
No frente-a-frente com o ministro Adjunto e da Reforma do Estado, André Ventura questionou diretamente a capacidade de execução do Governo e pediu garantias concretas sobre falhas nas comunicações, nos apoios e na resposta às crises.
Portugal deve recusar, para já, o novo acordo de comércio livre entre a União Europeia e a Índia. A posição é defendida pelo CHEGA, que apresentou na Assembleia da República um projeto de resolução a recomendar que o Governo vote contra o texto atual e exija alterações profundas antes da sua aprovação.
André Ventura apontou responsabilidades ao PCP pelo apoio ao Governo do PS em 2017 e acusou a esquerda de incoerência. O líder do CHEGA garantiu que o partido continuará a defender aumentos salariais e valorização profissional.
Com apenas seis anos de existência, o partido de André Ventura tornou-se determinante em Sintra, Gaia e Cascais. Sem precisar de vencer, passou a ser a chave das maiorias.
Portugal deve pedir à Organização das Nações Unidas (ONU) o afastamento da relatora especial para os Territórios Palestinianos Ocupados. Esta é a recomendação apresentada pelo CHEGA, através de um projeto de resolução que pretende levar o Governo a assumir uma posição diplomática ativa sobre o tema.
André Ventura acusou o Governo de falhar às populações afetadas pelas tempestades e exigiu isenção imediata de IMI, rapidez nos apoios e um pedido público de desculpas. “Persistir no erro é que não fica bem”, atirou.