Taxa de inflação abranda em junho na zona euro e na UE

©D.R.

A taxa de inflação homóloga na zona euro abrandou, em junho, para os 5,5%, e a da União Europeia para 6,4%, contra, respetivamente, os 6,1% e os 7,1% em maio, segundo dados hoje divulgados pelo Eurostat.

Em junho de 2022, a taxa de inflação homóloga na zona euro era de 8,6% na zona euro e de 9,6% na UE.

De acordo com o serviço estatístico europeu, que para a zona euro confirmou a taxa que tinha sido avançada na estimativa rápida de 30 de junho, a componente da alimentação, álcool e tabaco registou a maior taxa de inflação homóloga (11,6%, face aos 12,5% de maio), seguindo-se a dos bens industriais não energéticos (5,5%, que se compara com 5,8%), dos serviços (que subiu de 5,0% para os 5,4% de maio para junho), e da energia (com uma deflação de 5,6% face à de 1,8% em maio).

A taxa de inflação subjacente (sem energia nem alimentos não transformados), por seu lado, recuou para os 6,8%, face aos 6,9% registados em maio.

Últimas de Economia

O sentimento económico recuou em março, pelo segundo mês consecutivo, tanto na zona euro quanto na União Europeia (UE), segundo dados hoje divulgados pela Comissão Europeia.
Cerca de 24% das novas operações de crédito para habitação própria permanente tiveram um financiamento acima de 90%, impulsionado pela garantia pública, num valor equivalente ao anterior à entrada em vigor de medidas macroprudenciais, divulgou esta segunda-feira o Banco de Portugal.
Os contribuintes têm até à próxima terça-feira para reclamar do valor das despesas assumidas pelo fisco para o cálculo de deduções à coleta de IRS referentes às despesas gerais familiares e pela exigência de fatura.
O indicador de confiança dos consumidores caiu em março para o valor mais baixo desde dezembro de 2023, enquanto o de clima económico recuou para mínimos de um ano, num período marcado pela guerra no Médio Oriente.
A cotação do barril de petróleo Brent para entrega em maio terminou esta sexta-feira no mercado de futuros de Londres em alta de 4,22%, para 112,57 dólares, o valor mais alto desde julho de 2022.
Os juros da dívida portuguesa subiam hoje com força a dois, cinco e 10 anos face a quinta-feira, no prazo mais curto para máximos desde julho de 2024 e nos dois mais longos para máximos desde outubro de 2023.
O presidente do CHEGA considerou que "é sempre positivo" quando a economia portuguesa regista um excedente orçamental, mas exigiu que o Governo tome mais medidas para aliviar o aumento dos preços na sequência do conflito no Médio Oriente.
Os bancos tinham emprestados, no final de 2025, 34,3 mil milhões de euros a empresas e famílias dos concelhos colocados em situação de calamidade na sequência da tempestade Kristin, segundo dados hoje divulgados pelo Banco de Portugal (BdP).
O 'stock' de empréstimos para habitação cresceram pelo 25.º mês consecutivo em fevereiro, com um aumento homólogo de 10,4%, atingindo 111.658 milhões de euros, divulgou hoje o Banco de Portugal (BdP).
A taxa de poupança das famílias recuou para 12,1% do rendimento disponível no final de 2025, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).