Portugueses que precisem de apoio devem contactar Embaixada em Rabat

O ministro da Administração Interna disse hoje que os portugueses que estiverem em Marrocos e que precisem de apoio devem contactar a Embaixada portuguesa em Rabat (Marrocos).

© D.R

O ministro da Administração Interna disse hoje que os portugueses que estiverem em Marrocos e que precisem de apoio devem contactar a Embaixada portuguesa em Rabat (Marrocos).

“Importa é que contactem com a Embaixada portuguesa em Rabat e que entrem em contacto também com o gabinete de emergência consular da Direção Geral dos Assuntos Consulares e das Comunidades Portuguesas”, disse hoje o ministro José Luís Carneiro.

Falando à margem da inauguração da Academia Lanterninha, em Matosinhos (Porto), o ministro da Administração Interna adiantou que a informação que teve do Ministério dos Negócios Estrangeiros é a de que todos os portugueses que vierem a carecer de apoio das autoridades portuguesas, vão ter esse apoio.

“A informação que tenho do Ministério dos Negócios Estrangeiros e do senhor ministro, com quem falei ontem [domingo], é de que todos os portugueses que vierem a carecer de apoio das autoridades portuguesas, tê-lo-ão”.

A Força Aérea Portuguesa retirou de Marrocos, na noite de sábado, 102 cidadãos portugueses que pediram ajuda para deixar o país africano.

O sismo que atingiu Marrocos na noite de sexta-feira causou mais de 2.122 mortos e 2.421 feridos, provocando danos generalizados na região de Marraquexe, importante destino turístico marroquino.

O tremor de terra, cujo epicentro se registou na localidade de Ighil, 63 quilómetros a sudoeste da cidade de Marraquexe, foi sentido em Portugal e Espanha, tendo atingido uma magnitude de 7,0 na escala de Richter, segundo o Instituto Nacional de Geofísica de Marrocos.

Últimas do País

O Tribunal da Feira adiou para janeiro a leitura do acórdão do processo Ajuste Secreto, um caso de corrupção centrado na Câmara de Oliveira de Azeméis e no ex-presidente Hermínio Loureiro, informou hoje fonte judicial.
A presença de homens de origem indostânica, em parques infantis e jardins públicos tem gerado preocupação entre famílias. Pais questionam o que fazem nestes espaços, sobretudo quando aparentam estar desacompanhados de crianças.
A Operação Atalaia resultou do desmantelamento de uma rede criminosa que alegadamente se preparava para introduzir estupefacientes no país mas também no mercado europeu, revelou hoje o porta-voz da GNR, tenente-coronel Carlos Canatário.
Um ciberataque a uma empresa informática que trabalhou para o Sistema de Informações da República Portuguesa (SIRP) permitiu a piratas informáticas obter dados não classificados das secretas portuguesas e de de outras entidades, confirmou hoje o SIRP.
Um homem de 28 anos foi detido pela terceira vez por suspeita de agredir os pais em Albergaria-a-Velha, no distrito de Aveiro, e vai aguardar o desenrolar do processo em prisão preventiva, segundo a GNR.
Um homem de 51 anos ficou preso preventivamente por ser suspeito de crimes de abuso sexual de pessoas incapazes de resistência na instituição onde residem, anunciou hoje a Polícia Judiciária do Centro.
Um motorista TVDE, suspeito de ter violado uma cliente, foi detido, mas acabou por sair em liberdade por decisão judicial. O homem estará ligado a ataques contra três mulheres e já tinha sido condenado por crimes semelhantes.
Uma operação de grande dimensão contra o tráfico de droga terminou com 16 detenções no Porto e arredores. A PSP realizou dezenas de buscas, apreendeu estupefacientes e encontrou cerca de 100 mil euros numa das habitações. O principal alvo era uma família suspeita de integrar uma rede de tráfico ligada ao antigo bairro do Aleixo.
Liceu Francês Charles Lepierre, em Lisboa, suspendeu o início das aulas esta quinta-feira, 8 de outubro, depois de surgirem informações sobre um possível bloqueio organizado por alunos do ensino secundário. A decisão foi tomada em articulação com a Embaixada de França, numa altura em que os protestos estudantis franceses já provocaram o encerramento de centenas de escolas.
Uma mulher foi violentamente agredida pelo companheiro quando tentava sair de casa com o filho de apenas dez meses nos braços. O homem acabou condenado a dois anos e meio de prisão, mas não terá de cumprir a pena na cadeia, uma vez que ficou suspensa.