Cavaco Silva representa Portugal no funeral de ex-Presidente italiano Giorgio Napolitano

O antigo Presidente da República Cavaco Silva vai representar Portugal nas cerimónias fúnebres do ex-chefe de Estado italiano Giorgio Napolitano, que morreu na sexta-feira com 98 anos, segundo o seu gabinete.

© Presidência da República

O pedido para representar Portugal no funeral de Giorgio Napolitano, que vai ocorrer na terça-feira, foi feito pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, refere o gabinete de Cavaco Silva.
“Ao longo dos mandatos temporalmente quase coincidentes como Presidentes da República de Portugal e de Itália, o Presidente Cavaco Silva encontrou-se com o Presidente Napolitano em múltiplas ocasiões, desde logo nas reuniões da COTEC Europa e nas Cimeiras de Arraiolos, tendo mantido uma relação de proximidade e estima”, refere ainda a nota do gabinete do ex-chefe de Estado.Giorgio Napolitano, que estava internado há tempos numa clínica de Roma, morreu na sexta-feira, aos 98 anos, segundo a agência italiana ANSA.

No mesmo dia, Marcelo Rebelo de Sousa enviou ao homólogo italiano uma mensagem de “sentidas condolências” em que considerou que o antigo chefe de Estado de Itália se distinguiu como “farol de estabilidade, tendo desempenhado um papel crucial em momentos difíceis da política italiana e europeia, guiando-se firmemente pelos valores democráticos”.

Para o chefe de Estado português, Giorgio Napolitano será recordado, “em Portugal e na Europa, como um verdadeiro estadista e um importante europeísta, que dedicou a sua vida à Itália e à Europa”.

Últimas de Política Nacional

O CHEGA entregou este domingo a proposta de constituição de um inquérito parlamentar à Operação Influencer para aferir a legalidade da intervenção do ex-primeiro-ministro António Costa em processos ligados ao lítio, hidrogénio e ao centro de dados de Sines.
O CHEGA apresentou um projeto de lei para impedir o enfraquecimento das competências do Tribunal de Contas (TdC) e manter o atual sistema de visto prévio sobre contratos públicos.
O presidente do CHEGA contestou a maioria de direita a reconfirmar o decreto que prevê a perda da nacionalidade, apesar do chumbo do Tribunal Constitucional, defendendo que, em alternativa, deve ser realizado um referendo sobre esta matéria.
O CHEGA apresentou um projeto de lei na Assembleia da República para eliminar vários benefícios fiscais atribuídos aos partidos políticos, defendendo que não faz sentido existirem “privilégios” para estruturas partidárias enquanto os contribuintes enfrentam uma carga fiscal cada vez mais elevada.
Uma nova sondagem da Aximage revela que a maioria dos portugueses concorda com a proposta do CHEGA para baixar a idade da reforma. Segundo os dados divulgados, 69% dos inquiridos apoiam a medida defendida por André Ventura.
Luís Montenegro afirmou que a situação económica e financeira de Portugal está melhor do que a da Alemanha, declarações que estão já a gerar críticas e incredulidade nas redes sociais.
O CHEGA apresentou um projeto de lei para reforçar os poderes das Polícias Municipais, permitindo clarificar legalmente a detenção de suspeitos em flagrante delito e a sua entrega imediata à PSP ou à GNR.
Álvaro Santos Pereira será ouvido na Assembleia depois de o CHEGA exigir esclarecimentos sobre compras travadas pelo Banco Central Europeu.
Ilídio Ferreira abandona o Partido Socialista e mantém mandato como independente. O pedido de desfiliação foi remetido a 25 de abril ao secretário-geral do partido.
O presidente do CHEGA, André Ventura, saudou hoje a promulgação, pelo Presidente da República, do decreto que altera a Lei da Nacionalidade e afirmou que esta legislação teve o "consenso possível".