Kiev diz que 80% das perdas da Rússia são em Donetsk

A Rússia está a sofrer na região de Donetsk, no leste da Ucrânia, cerca de 80% das perdas totais em toda a frente, disse hoje o comandante do grupo operacional e estratégico Tavria do exército ucraniano.

© Facebook de President Volodymyr Zelensky

Segundo escreveu Oleksandr Tarnavski na plataforma de mensagens Telegram, a Rússia continua a tentar cercar a localidade de Avdivka perto de Donetsk, capital da região com o mesmo nome, com ataques terrestres e aéreos persistentes, mas as tropas ucranianas mantêm as posições.

De acordo com o relatório do Estado-Maior ucraniano de segunda-feira, Avdivka continua a ser a zona onde os confrontos na linha da frente são mais intensos. Na área à volta da cidade, as tropas ucranianas terão repelido cerca de 30 ataques russos no último dia.

“Os soldados ucranianos mantêm as suas posições e estão a infligir baixas massivas aos ocupantes”, referiu o relatório.

Últimas do Mundo

As autoridades da autonomia espanhola da Andaluzia indicaram hoje que há 19 pessoas desaparecidas no incêndio em Los Gallardos, Almeria, que causou pelo menos 12 mortos e oito feridos.
O número de cidadãos portugueses e lusodescendentes que morreram no duplo sismo que atingiu a Venezuela em 24 de junho aumentou para 104 e há 57 desaparecidos, anunciou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).
O mês de junho foi o mais quente de que há registo na Europa Ocidental e o segundo mais quente no mundo, tendo em conta as temperaturas registadas em terra e no mar, indicou hoje o Serviço Copernicus.
Uma em cada cinco pessoas pode vir a ter cancro ao longo da vida, estima a Organização Mundial da Saúde (OMS) num relatório sobre a doença que atingiu mais de 20 milhões de pessoas em 2024.
Um médico alemão de cuidados paliativos foi hoje condenado a prisão perpétua pelo homicídio de 15 pacientes com grandes doses de sedativos, sendo suspeito de inúmeros outros assassinatos, anunciou um tribunal de Berlim.
Adolescente imigrante atraiu a vítima, de 13 anos, para um parque e esfaqueou-a mortalmente. Tribunal rejeitou a tese de legítima defesa e condenou o jovem à pena máxima prevista para menores.
O número de cidadãos portugueses e lusodescendentes que morreram no duplo sismo que atingiu a Venezuela há uma semana subiu para 96 e registam-se 60 portugueses desaparecidos, anunciou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).
A Polícia Judiciária (PJ) deteve três suspeitos e identificou oito vítimas numa operação internacional de combate ao tráfico humano e exploração sexual, que fez mais de mil detidos em 59 países.
O número de mortes aumentou quase 30% em França e 62% só na região de Paris durante a semana de 22 de junho, o pico da onda de calor que assolou o país, anunciou hoje a agência Santé publique France.
O número de portugueses e lusodescendentes mortos devido aos sismos de quarta-feira na Venezuela subiu para 79, havendo ainda 64 desaparecidos, segundo o mais recente balanço hoje divulgado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).