Vendas a retalho recuam em outubro pelo 6.º mês na zona euro e UE

As vendas a retalho recuaram em outubro, pelo sexto mês consecutivo, tanto na zona euro (-1,2%) quanto na União Europeia (UE -0,9%), face ao mesmo mês de 2022, divulga hoje o Eurostat.

© D.R.

Já na comparação com setembro, o volume das vendas do comércio de retalho teve um ligeiro aumento de 0,1% nos países da área do euro e de 0,3% na média dos 27 Estados-membros, com Portugal a apresentar o terceiro maior (0,4%).

Segundo os dados do serviço de estatísticas da UE, na variação homóloga, os recuos mais importantes foram observados na Eslovénia (-15,6%), na Hungria (-6,5%) e na Estónia (-5,5%) e os maiores avanços em Espanha (5,9%), na Dinamarca (4,2%), na Bulgária e no Luxemburgo (3,1% cada).

Face a setembro, as vendas a retalho tiveram as maiores subidas na Croácia (3,1%), nos Países Baixos (2,4%) e na Eslováquia (1,9%) e as principais quebras em França (-1,0%), na Bélgica e Áustria (-0,8% cada) e em Portugal e Espanha (-0,4% cada).

Na comparação homóloga, o indicador avançou, em Portugal, 0,5%.

Últimas de Economia

O número de empresas constituídas no primeiro trimestre desceu 5,9% face aos primeiros três meses do ano passado, enquanto as insolvências cresceram 3,1%, divulgou hoje a Informa D&B.
A OCDE recomenda que Portugal reduza os impostos sobre os trabalhadores com menores salários, subindo em contrapartida a carga fiscal sobre a propriedade e eliminando isenções fiscais ineficazes, e aconselha melhorias no emprego dos jovens, mulheres e trabalhadores seniores.
As exportações de bens recuaram 14,9% em fevereiro, enquanto as importações caíram 6,3%, segundo os dados divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
A taxa de poupança das famílias na área do euro caiu para 14,4% no quarto trimestre de 2025, o que representa uma descida homóloga de 2,7% relativamente aos 14,8% registados no mesmo período de 2024, divulgou hoje o Eurostat.
O cabaz essencial de 63 produtos, monitorizado pela DECO PROteste, atingiu esta semana um novo recorde de 257,95 euros, mais 2,95 euros face à semana passada.
Os preços das casas quase triplicaram entre 2015 e 2025 em Portugal ao aumentarem 180% nestes 10 anos, segundo dados hoje divulgados pelo Eurostat, que indicam que esta foi a segunda maior subida na União Europeia (UE).
Os juros da dívida portuguesa subiam hoje a dois, a cinco e a 10 anos face a quinta-feira, alinhados com os de Espanha, Grécia, Irlanda e Itália.
Os preços das casas subiram 18,9% em Portugal no quarto trimestre de 2025 em comparação com o período homólogo do ano anterior, sendo esta a segunda maior subida entre os países da União Europeia, anunciou hoje o Eurostat.
O CHEGA quer baixar o preço dos combustíveis e reduzir o IVA da gasolina e do gasóleo para a taxa intermédia, atualmente nos 13%.
O cabaz essencial de 63 produtos, monitorizado pela Deco PROteste, atingiu esta semana um novo máximo de 254,99 euros, mais 0,60 euros relativamente à semana anterior, foi hoje anunciado.