Remessas dos emigrantes sobem 0,79% em janeiro para 352,26 milhões

As remessas dos emigrantes subiram 0,79% em janeiro face ao mesmo mês de 2023, para 352,26 milhões de euros, e os estrangeiros a trabalhar em Portugal enviaram para os seus países 51,48 milhões, mais 7,6%.

© D.R.

Os dados do Banco de Portugal, divulgados hoje, mostram que subiram de 349,5 milhões de euros, em janeiro do ano passado, para 352,26 milhões de euros, em janeiro último, as remessas enviadas pelos emigrantes para Portugal.

Em sentido contrário, os imigrantes a trabalhar em Portugal enviaram para os seus países 51,48 milhões de euros, o que corresponde a uma subida de 7,6% face aos 47,83 milhões de euros enviados em janeiro de 2023.

No que diz respeito aos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa, houve um aumento de 13,13% das remessas dos emigrantes, resultante da subida de 26,96 milhões de euros, em janeiro do ano passado, para 30,5 milhões, em janeiro de 2024.

Como é costume, Angola representa a grande maioria destes montantes, já que os emigrantes portugueses a trabalhar no segundo maior produtor de petróleo da África subsaariana enviaram 30 milhões de euros este ano, o que representa uma subida de 14,68% face aos 26,16 milhões enviados em janeiro de 2023.

Já os lusófonos africanos a trabalhar em Portugal enviaram 3,6 milhões de euros, o que equivale a uma descida de 0,55% face a janeiro do ano passado, segundo os dados divulgados pelo regulador financeiro.

Últimas de Economia

O CHEGA/Açores alertou hoje para o desinvestimento do Governo Regional na ilha de São Miguel, destacando que o investimento por habitante previsto para 2027 é de 2.739 euros, inferior à média regional de 4.099 euros.
O sentimento económico na União Europeia e na zona euro recuou em outubro pelo segundo mês consecutivo, com uma quebra de 0,6 nas duas áreas face a setembro, fixando-se nos 96,9 pontos, divulgou hoje a Comissão Europeia.
Com os preços dos combustíveis e dos alimentos a pressionarem os orçamentos familiares e a habitação a continuar inacessível para muitos, o ministro das Finanças apresenta um retrato mais otimista: os portugueses têm melhores salários, maior poder de compra e vivem melhor do que em 2024.
O Banco Mundial prevê uma subida acumulada de 18% nos preços dos alimentos entre 2025 e 2027. Os conflitos internacionais estão a pressionar o abastecimento e os custos da energia, que deverão aumentar 32% este ano.
O preço médio da eletricidade pago pelos consumidores domésticos no mercado livre mantém-se acima do praticado no mercado regulado desde meados de 2023, embora a diferença tenha diminuído ao longo de 2025, segundo um relatório da ERSE.
A taxa de poupança das famílias diminuiu no segundo trimestre de 2026 na área do euro, na União Europeia (UE) e em Portugal, com recuos de 0,2, 0,3 e 0,5 pontos percentuais, respetivamente, face ao trimestre anterior.
Os contribuintes poderão receber menos dinheiro do Fisco em 2027. Segundo o Jornal de Notícias, o benefício sentido nos salários de novembro poderá traduzir-se numa redução de 70% dos reembolsos de IRS.
As famílias com rendimentos intermédios suportam o maior peso do imposto sobre combustíveis em proporção dos seus rendimentos. Um estudo revela que o Estado arrecadou mais de 3,7 mil milhões de euros com este imposto em 2025.
As empresas comunicaram 479 despedimentos coletivos até setembro, uma subida de quase 16% face ao período homólogo, mantendo-se no valor mais elevado desde 2020, segundo os dados divulgados pela DGERT.
Segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), o aumento homólogo de 14,2% do valor mediano da avaliação bancária – realizada no âmbito de pedidos de crédito para a aquisição de habitação – ficou abaixo do registado em agosto (14,7%), enquanto a variação em cadeia se fixou em 1,1%.