Ações da Ryanair caem quase 15% após queda de 45% dos lucros trimestrais

As ações da Ryanair estavam hoje a cair quase 15% na Euronext Dublin, depois de a empresa ter anunciado que o lucro líquido no primeiro trimestre do ano fiscal (abril-junho) desceu 45% em termos homólogos.

© Ryanair

Às 11:30 em Lisboa, as ações da companhia aérea irlandesa de baixo custo sediada em Dublin estavam a ser negociadas a 14,00 euros na bolsa de valores, um mínimo de seis meses, depois de terem fechado a 16,45 euros no final da sessão de sexta-feira.

Os lucros líquidos da Ryanair atingiram 360 milhões de euros no primeiro trimestre do ano fiscal (abril-junho), menos 45% do que no mesmo período de 2023.

A Ryanair atribuiu a queda dos lucros a “tarifas aéreas mais fracas do que o esperado” no período e ao facto de a Páscoa ter coincidido com o último trimestre do ano fiscal anterior.

Neste contexto, a Rynanair assinalou que a sua tarifa aérea média caiu para 41,93 euros entre abril e junho, menos 15%, apesar de ter aumentado o seu tráfego de passageiros em 10%, para 55,5 milhões.

Além disso, assinalou que os custos operacionais aumentaram 11% para 3.260 milhões de euros, enquanto as receitas caíram 1%, elevando o volume de negócios total no primeiro trimestre para 3.630 milhões de euros.

Últimas de Economia

O ‘stock’ de empréstimos para habitação atingiu, em julho, 118.021 milhões de euros, o equivalente a uma taxa de variação anual de 11%, a mais alta desde fevereiro de 2003, divulgou hoje o Banco de Portugal (BdP).
O valor mediano de avaliação bancária na habitação atingiu um novo máximo histórico de 2.240 euros por metro quadrado em julho, mais 12 euros do que no mês anterior e 15,2% acima do mês homólogo de 2025, divulgou hoje o INE.
Presidente do CHEGA quer saber quantas pessoas acumulam salários e pensões, quantas reformas ultrapassam os 5000, 8000 e 15 mil euros e quanto foi pago em suplementos. Ventura rejeita qualquer caminho para cortes nas pensões e anunciou um projeto de resolução para uma auditoria à Segurança Social.
O presidente do CHEGA, André Ventura, acusou esta segunda-feira o Governo de roubar os portugueses nos combustíveis ao cobrar “um imposto ilegal”, a contribuição rodoviária, e revelou que o partido vai chamar o ministro das Finanças ao Parlamento.
O preço eficiente dos combustíveis sobe esta semana para 2.021 euros na gasolina 95 simples e 2.115 euros no gasóleo simples, adiantou hoje a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE).
Um trabalhador com salário médio custa 27.953 euros por ano à empresa, mas leva para casa apenas 16.184 euros. Pelo caminho, ficam 11.769 euros em impostos e contribuições.
Quase dois milhões de euros por dia chegaram à Infraestruturas de Portugal em 2025 através do Imposto sobre os Produtos Petrolíferos e Energéticos. A verba corresponde à antiga Contribuição de Serviço Rodoviário, considerada incompatível com o direito europeu em 2022.
O presidente do CHEGA contesta as conclusões do relatório sobre a Segurança Social e expõe o Governo de estar a preparar o debate para reduzir pensões ou travar futuros aumentos. Partido mantém a proposta de baixar a idade da reforma.
O preço dos combustíveis para transporte privado subiu 16,9% na União Europeia em julho, face ao mesmo mês de 2025, com Portugal a registar uma subida na ordem dos 16,7%, segundo dados do Eurostat.
Quem entra agora no mercado de trabalho poderá chegar a 2065 com uma pensão equivalente a apenas 70,3% do salário de referência. Especialistas antecipam “perdas significativas” em todos os níveis salariais.