Quota de elétricos no parque automóvel sobe para 14,6% na UE

A quota de automóveis de passageiros elétricos exclusivamente a bateria aumentou, em 2023, para 14,6% dos novos registos na União Europeia (UE), segundo dados hoje divulgados pelo Eurostat.

© D.R.

Em 2023, de acordo com os dados do serviço estatístico da UE, foram registados 1,5 milhões de novos automóveis de passageiros elétricos exclusivamente a bateria, elevando o número total para 4,5 milhões.

Isto representa um aumento de 48,5% em comparação com 2022, quando o número total era de 3,0 milhões, salienta o Eurostat.

A percentagem de veículos elétricos exclusivamente a bateria entre os novos registos atingiu 14,6% em 2023.

A quota de automóveis elétricos na UE, depois de se ter mantido abaixo de 1,0% até 2018, subiu marcadamente nos últimos quatro anos, aumentando para 5,3% em 2020, 9,0% em 2021, 12,1% em 2022 e 14,6% no ano passado.

Em 31 de dezembro de 2023, no parque de automóveis de passageiros os exclusivamente elétricos a bateria representavam 1,7% de todos os veículos na UE.

Entre os Estados-membros, na Dinamarca, os automóveis exclusivamente elétricos a bateria representavam 7,1% de todos os automóveis de passageiros, com a Suécia (5,9%), o Luxemburgo (5,1%) e os Países Baixos (5,0%) a apresentarem também as taxas mais altas.

Em contrapartida, 14 países da UE registaram quotas inferiores a 1%, sendo as mais baixas observadas em Chipre, na Grécia e na Polónia, cada uma com 0,2%.

Em Portugal, a quota de automóveis exclusivamente elétricos a bateria subiu de 1,1% em 2022, para 1,8% em 2023, colocando o país no 11.º lugar entre os Estados-membros.

Últimas de Economia

Mário Centeno, ex-governador do Banco de Portugal (BdP), disse que, com base nos valores da solução anunciada hoje por Álvaro Santos Pereira para Entrecampos, os edifícios cuja compra decidiu no ano passado já valorizaram 10 milhões de euros.
O número de turistas chegados a Portugal cresceu 3,3% em 2025 para 29,9 milhões de pessoas, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE). O mercado espanhol manteve a liderança entre os mercados emissores, apesar do decréscimo de 0,6%, representando uma quota de 23,8%.
O cabaz alimentar composto por 63 bens essenciais monitorizado pela Deco Proteste encareceu 3,08 euros na última semana, para 256,71 euros, depois da descida registada na semana anterior, informou esta quarta-feira a associação de defesa do consumidor.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê que a zona euro vai crescer 0,9% este ano, uma revisão em baixa face a abril, enquanto para 2027 a projeção permanece inalterada em 1,2%, no relatório divulgado hoje.
Os custos de construção de habitação nova subiram 6,9% em termos homólogos em maio, com aumentos no preço dos materiais (6,4%) e da mão-de-obra (7,5%), segundo a estimativa do INE hoje divulgada.
O consumo de energia utilizado para arrefecer as habitações na União Europeia (UE) duplicou em apenas seis anos, impulsionado pelo aumento das temperaturas e pela maior utilização de sistemas de ar condicionado, anunciou hoje o Eurostat.
A produção industrial diminuiu 3,8% em 2025 com o valor de venda dos produtos e prestação de serviços nas indústrias transformadoras a fixar-se nos 110,6 mil milhões de euros, de acordo com o Intuito Nacional de Estatística (INE).
A proposta do CHEGA para estabelecer um teto máximo de 4.500 euros líquidos nas pensões de reforma recolhe o apoio da maioria dos portugueses. Segundo uma sondagem da Aximage, 66% dos inquiridos concordam com a medida.
O consumo de eletricidade registou novos máximos na semana passada, em meses de verão, na sequência da onda de calor que se tem feito sentir em Portugal, de acordo com dados hoje divulgados pela REN.
A remuneração dos novos depósitos a prazo aumentou em maio pelo quarto mês consecutivo, para 1,48%, uma tendência em linha com a zona do euro, apesar de continuar abaixo do verificado no mês homólogo, divulgou hoje o Banco de Portugal.