GNR fecha lar de idosos em Rio Maior na sequência de investigação de maus tratos

Um lar em Rio Maior, no distrito de Santarém, foi encerrado e os 14 utentes foram realojados em casas de familiares e noutras instituições, no âmbito de uma investigação de maus tratos a idosos, anunciou hoje a GNR.

© GNR

A estrutura residencial para pessoas idosas foi encerrada na terça-feira por militares do Comando Territorial de Santarém, através do Núcleo de Investigação e Apoio a Vítimas Específicas (NIAVE).

Segundo a GNR, a inspeção ao lar foi realizada “no âmbito de uma investigação de maus tratos a idosos, numa ação conjunta com a Segurança Social e a Autoridades de Saúde Pública da Lezíria Tejo”.

“Na sequência da ação, o NIAVE identificou seis funcionários e 14 idosos, com idades compreendidas entre os 75 e 95, realizando diligências e recolha de prova no âmbito da investigação, tendo sido elaborado um auto por consumo de estupefacientes”, adianta em comunicado.

No decorrer da fiscalização, a Unidade de Fiscalização de Lisboa e Vale do Tejo (LVT), da Segurança Social, elaborou três autos relativamente a questões de salubridade e segurança.

A GNR refere que, face às condições constatadas no lar, “a estrutura foi encerrada, sendo os 14 idosos realojados em habitações de familiares e estruturas residenciais para idosos”.

Os factos foram comunicados ao Tribunal Judicial de Rio Maior.

Últimas do País

A GNR deteve uma mulher de 77 anos no concelho de Pinhel por incêndio florestal originado numa queima de vegetação que se descontrolou e consumiu 0,2 hectares de pasto e mato.
Uma operação de fiscalização terminou com a apreensão de 35 armadilhas de pesca que não cumpriam as exigências legais. A Polícia Marítima detetou ainda uma embarcação de recreio em presumível infração.
A CP - Comboios de Portugal alerta para a ocorrência de perturbações na circulação dos comboios entre quinta-feira e sábado devido à greve dos revisores e dos trabalhadores de bilheteiras. A greve, convocada pelo sindicato SFRCI, pode afetar serviços como Alfa Pendular, Intercidades e Regional.
A Polícia de Segurança Pública (PSP) deixou uma mensagem sobre o papel das forças de segurança durante manifestações, sublinhando a importância do diálogo e do respeito pelo direito à reunião e à manifestação.
Uma megaoperação da Polícia Judiciária desmantelou uma alegada rede criminosa transnacional suspeita de lesar o Estado português em mais de 150 milhões de euros. O esquema envolvia empresas de fachada em vários países europeus, incluindo estabelecimentos em Arruda dos Vinhos, Vila Franca de Xira e Torres Novas. Foram detidos 39 suspeitos, portugueses e estrangeiros.
Uma mulher foi atacada com uma arma branca numa paragem de autocarro, em plena Avenida Fernão de Magalhães, em Coimbra. A agressora, de 40 anos, foi intercetada por familiares da vítima e entregue à PSP. Desentendimentos pessoais poderão estar na origem do ataque.
O presidente do CHEGA questionou a ausência de uma posição pública do primeiro-ministro perante os confrontos nas manifestações pela habitação. No debate na generalidade do Orçamento do Estado para 2027, André Ventura responsabilizou ainda PS e PSD pelo agravamento da crise habitacional.
Um dos arguidos de um processo de tráfico de droga admitiu, esta terça-feira, no Tribunal de Beja, ter transportado quase 800 quilos de haxixe a bordo de um veleiro. A confissão levou o seu advogado a renunciar à defesa e obrigou a uma nova suspensão do julgamento.
Portugal foi o quinto país da União Europeia com a maior taxa de mortalidade rodoviária em 2025, com 51 mortes por milhão de habitantes, apesar de se registar uma diminuição de 6% face ao ano anterior.
O presidente do CHEGA criticou a falta de uma posição clara do Presidente da República sobre os confrontos na manifestação pela habitação. André Ventura acusa António José Seguro de não defender a atuação da polícia.