Há hospitais a ser geridos por administrações com mandatos caducados

Em alguns casos, a indefinição prolonga-se há mais de um ano e meio, com os gestores a permanecerem em funções sem saber se serão reconduzidos ou substituídos. Entre as instituições nesta situação está o Hospital de São João, no Porto, uma das maiores unidades hospitalares do país.

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Há unidades locais de saúde (ULS) a serem geridas por conselhos de administração com mandatos já caducados, numa situação de indefinição que, em alguns casos, se prolonga há mais de um ano e meio, avança o Jornal de Notícias.

Apesar de os mandatos terem terminado, estas administrações continuam responsáveis pela gestão de hospitais e centros de saúde, sem saber se serão reconduzidas ou substituídas, prolongando a incerteza na liderança de várias instituições do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

O alerta foi lançado pelo presidente da Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares (APAH), que chama a atenção para as consequências do impasse. A falta de decisões sobre a continuidade das administrações pode condicionar ou adiar opções estratégicas de médio e longo prazo, com impacto na gestão das unidades de saúde.

Entre as instituições nesta situação encontra-se o Hospital de São João, no Porto, uma das maiores unidades hospitalares do País.

Enquanto não forem tomadas decisões sobre as administrações, há responsáveis que continuam à frente de importantes estruturas do SNS com os mandatos formalmente terminados e sem qualquer certeza sobre quanto tempo permanecerão em funções.

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Em alguns casos, a indefinição prolonga-se há mais de um ano e meio, com os gestores a permanecerem em funções sem saber se serão reconduzidos ou substituídos. Entre as instituições nesta situação está o Hospital de São João, no Porto, uma das maiores unidades hospitalares do país.
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