Queda de andaime em obra no Porto deixa trabalhador gravemente ferido

A queda de um andaime numa obra na Avenida de Fernão Magalhães, no Porto, causou hoje ferimentos graves num trabalhador, de 45 anos, que foi hospitalizado, e obrigou a cortar a avenida durante cerca de duas horas.

© DR

Fonte do Regimento de Sapadores Bombeiros do Porto adiantou à Lusa que o andaime caiu, causando ferimentos num dos trabalhadores.

O homem, de 45 anos, foi assistido no local e transportado para o Hospital de São João.

O alerta para o acidente foi dado pelas 9h15 e no local estiveram quatro viaturas dos Sapadores Bombeiros do Porto, a Viatura de Emergência Médica e Reanimação (VMER) do São João e a Polícia Municipal do Porto.

A queda da infraestrutura obrigou ao corte da Avenida de Fernão Magalhães, que só foi reaberta pelas 11h, confirmou à Lusa a Câmara do Porto.

Últimas do País

Quinze pessoas deram entrada no Hospital de Santo André, em Leiria, por intoxicação com monóxido de carbono com origem em geradores, após a depressão Kristin, disse hoje à agência Lusa fonte hospitalar.
O candidato presidencial André Ventura apontou hoje um "falhanço do Estado" na gestão dos efeitos do mau tempo e apelou ao Governo que lance uma linha de apoio a fundo perdido e empenhe mais militares na ajuda às populações.
O Comando de Emergência e Proteção Civil de Lisboa e Vale do Tejo alertou hoje para o risco de ocorrência de inundações, cheias, penetrações de terras e derrocadas devido ao mau tempo e à subida dos caudais.
O Hospital de Santo André, em Leiria, recebeu 545 feridos com traumas devido a situações relacionadas com acidentes em trabalhos de limpeza e reconstrução após a depressão Kristin, revelou à Lusa fonte hospitalar.
O presidente do conselho de administração da E-Redes, José Ferrari Careto, afirmou hoje não haver previsibilidade sobre quando será possível ter o restabelecimento total de energia elétrica à região afetada pela depressão Kristin.
Com casas destruídas, dias sem eletricidade e prejuízos que contam-se em milhares de euros, o Governo respondeu à tempestade Kristin com cheques de poucas centenas. População aponta os apoios como “desfasados da realidade” e incapazes de responder aos custos reais de recuperação.
Um homem morreu na madrugada de hoje no concelho de Leiria por intoxicação com monóxido de carbono com origem num gerador, disseram à Lusa fontes da Guarda Nacional Republicana (GNR) e da Proteção Civil.
Luís Montenegro declarou o prolongamento do estado de calamidade até dia 8 de fevereiro, logo após a reunião de Conselho de Ministros, em São Bento.
O Governo reúne-se hoje em Conselho de Ministros extraordinário para analisar a situação de calamidade, as medidas de prevenção para os próximos dias e a recuperação das zonas afetadas pela depressão Kristin.
A pilhagem de cabos elétricos na Marinha Grande, distrito de Leiria, é um dos motivos para a falta de água no concelho, um dos mais fustigados pela tempestade da passada quarta-feira, disse hoje o presidente da Câmara.