Lucro do Crédito Agrícola sobe 29% no 1.º semestre para 224,4 ME

O Crédito Agrícola registou um lucro de 224,4 milhões de euros no primeiro semestre, o que corresponde a uma subida de 28,9% (+50,4 milhões) face ao mesmo período do ano passado, foi hoje anunciado.

© D.R.

“O Grupo Crédito Agrícola evidenciou um bom desempenho financeiro no 1.º semestre de 2024, o melhor semestre de sempre em termos de resultados, consistente com o trajeto observado nos últimos anos, apresentando uma rentabilidade de capitais próprios de 17,7%, para a qual concorreu um resultado líquido de 224,4 milhões de euros”, referiu, em comunicado, o presidente do grupo, Licínio Pina.

Nos primeiros seis meses do ano, o produto bancário do grupo financeiro cifrou-se em 520,6 milhões de euros, representando um crescimento homólogo de 64,6 milhões de euros (+14,2%), decorrente do acréscimo de 64,4 milhões de euros da margem financeira (+19,3% face ao primeiro semestre de 2023), para 398,9 milhões de euros.

Já a carteira de crédito a clientes verificou um crescimento de 54,4 milhões de euros face a dezembro de 2023 (+0,5%), para 12.113 milhões de euros.

Os depósitos de clientes ascenderam a 20.889 milhões de euros no final de junho, o que compara com 20.004 milhões de euros em dezembro de 2023 (+4,4%).

Últimas de Economia

A carga fiscal aumentou para 35,3% em 2025, face aos 35% registados no ano anterior, de acordo com a segunda notificação de 2026 relativa ao Procedimento dos Défices Excessivos divulgada hoje pelo INE.
A taxa de poupança das famílias recuou para 12,1% do rendimento disponível no segundo trimestre de 2026, face a 12,4% no trimestre anterior, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Os preços aumentaram 16,5% no segundo trimestre, enquanto o número de negócios caiu 6,4%. Endividamento dos particulares regista o maior crescimento anual desde 2008.
A economia da zona euro deverá crescer 1% em 2026 e em 2027, segundo as previsões da OCDE, que está mais otimista para este ano mas mais pessimista em relação ao desempenho da economia no próximo.
O Presidente do CHEGA alerta para o peso dos combustíveis no setor agrícola e acusa PS e PSD de incoerência na discussão sobre a redução dos impostos.
O preço dos combustíveis e lubrificantes para transporte pessoal na União Europeia (UE) aumentou, em agosto, 23,8% na comparação homóloga, após as subidas de 13,7% em junho e de 16,9% em julho, segundo o Eurostat.
A economia portuguesa cresce e emprega mais, mas continua a falhar onde mais conta para criar riqueza: no valor produzido por cada hora de trabalho. Em 2025, a produtividade portuguesa ficou em apenas 66,9% da média da União Europeia, abaixo do nível registado no início do século. A Business Roundtable Portugal alerta ainda para salários comprimidos, falta de investimento e dificuldades em reter trabalhadores qualificados.
As empresas comunicaram 407 despedimentos coletivos até agosto, o que representa um aumento de 13,4% face ao período homólogo, mantendo-se no valor mais elevado desde 2020, segundo os dados mais recentes divulgados pela DGERT.
O CHEGA apresentou um projeto de lei que pretende reforçar a proteção das famílias com crédito à habitação própria e permanente quando a prestação passa a representar uma parte muito elevada do rendimento mensal.
O líder do CHEGA, André Ventura, acusou este domingo o primeiro-ministro e o Governo de irresponsabilidade política e hipocrisia sobre o tema do IVA dos combustíveis, e pediu também ao PS que ponham a mão na consciência.