PJ integrou operação da Europol em que foram apreendidos 14 milhões em moeda falsa

A Polícia Judiciária (PJ) participou numa operação coordenada pela Europol em que foram apreendidos 14 milhões de euros em moeda falsa, anunciou hoje a PJ.

© D.R.

Em comunicado, a PJ refere que a operação “Decoy”, que decorreu entre 15 de junho de 2023 e 31 de janeiro último, foi desenvolvida no âmbito do EMPACT (iniciativa que visa combater as principais ameaças para a União Europeia em matéria de criminalidade) e liderada por Portugal, Espanha e Áustria.

A operação juntou forças policiais e alfandegárias de 18 países europeus e teve como objetivo impedir a distribuição de notas e moedas falsas através dos serviços postais de toda a Europa.

A participação de Portugal esteve a cargo da Unidade Nacional de Combate à Corrupção (UNCC) da PJ e da Delegação Aduaneira das Encomendas Postais da Autoridade Tributária (AT).

No período em causa, em Portugal foram apreendidas 29 encomendas, envolvendo cerca de seis mil notas falsas (maioritariamente euros, mas também dólares norte-americanos e libras esterlinas), num valor global superior a 250 mil euros.

A Europol e o OLAF/Organismo Europeu de luta antifraude apoiaram a operação, facilitando a partilha de informações, ajudando a detetar encomendas suspeitas e refinando os indicadores de risco para futuros esforços de combate à distribuição de moeda falsa, indicou ainda a PJ.

Últimas do País

Líder do CHEGA acusa o ministro da Administração Interna de ameaçar o maior partido da oposição, jornalistas e a democracia. André Ventura critica ainda o silêncio da RTP e exige esclarecimentos antes do Debate sobre o Estado da Nação.
A Transportes Metropolitanos de Lisboa (TML) avançou hoje não existirem, até ao momento, conclusões oficiais da investigação ao acidente ocorrido no terminal rodoviário de Agualva-Cacém, há uma semana, que provocou dois mortos e 20 feridos.
Mais de 120 mil veículos estarão a circular em Portugal sem o seguro de responsabilidade civil obrigatório. O regulador do setor alerta para "um risco significativo", não sendo casos residuais.
O condutor suspeito de atropelar mortalmente o militar da GNR Jorge Monteiro, na noite de sexta-feira, no IC2, em Alcobaça, ficou em liberdade após ser presente a primeiro interrogatório judicial.
Uma mulher de 53 anos foi detida por suspeita de atear um foco de incêndio em área florestal no concelho de Viseu, informou hoje a Guarda Nacional Republicana (GNR).
A Fénix - Associação Nacional de Bombeiros e Agentes de Proteção Civil exigiu hoje "esclarecimento imediato sobre falhas operacionais do INEM", alertando para "a degradação" do socorro em Portugal, após a morte de um homem, na vila das Taipas.
A Comissão de Combate à Fraude está a investigar uma atualização remuneratória aprovada no Serviço de Utilização Comum dos Hospitais que alegadamente favoreceu os próprios dirigentes e levanta suspeitas de conflito de interesses.
Três homens são acusados de montar um esquema para enganar condutores e cobrar coimas inventadas com recurso a falsos crachás e um terminal de pagamento.
Poucos fogos florestais consumiram 91% da área ardida em 2025, um ano quente com poucas ignições, mostrando que o combate se deve concentrar em “incêndios extremos”, refere um relatório do Sistema Gestão Integrada de Fogos Rurais (SGIFR), hoje divulgado.
Oito concelhos dos distritos de Vila Real e Bragança estão hoje em perigo máximo de incêndio rural, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).