Taxa de inflação fixa-se nos 3% em dezembro e 2,4% no conjunto de 2024

A taxa de inflação homóloga foi de 3,0% em dezembro passado, 0,5 pontos percentuais acima de novembro, informou hoje o INE.

© DR

A taxa de inflação homóloga foi de 3,0% em dezembro passado, 0,5 pontos percentuais acima de novembro, fixando-se a variação média de 2024 nos 2,4%, contra 4,3% em 2023, informou hoje o INE.

Com arredondamento a uma casa decimal, a taxa de variação do Índice de Preços no Consumidor (IPC) de dezembro hoje avançada pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) confirma o valor da estimativa rápida divulgada em 30 de dezembro de 2024.

Já o indicador de inflação subjacente, que exclui produtos mais voláteis, como alimentos e energia, registou uma variação homóloga de 2,8% em dezembro (2,6% no mês anterior) e uma taxa de variação média em 2024 de 2,5% (5,0% no ano anterior).

Últimas de Economia

O cabaz essencial de 63 produtos, monitorizado pela Deco PROteste, atingiu esta semana um novo máximo de 254,99 euros, mais 0,60 euros relativamente à semana anterior, foi hoje anunciado.
O Banco Central Europeu (BCE) prevê que a inflação vai acelerar para 3,1% no segundo trimestre de 2026 devido ao aumento dos preços da energia causado pela guerra no Médio Oriente.
A atividade económica em Portugal registou uma quebra na última semana de março, de acordo com o indicador diário divulgado hoje pelo Banco de Portugal (BdP).
As taxas Euribor desceram a seis e 12 meses e subiram a três meses hoje, face a quarta-feira.
Os concursos de empreitadas de obras públicas promovidos até fevereiro diminuíram 35% em número e 49% em valor face ao mesmo mês de 2025, respetivamente para 467 e 861 milhões de euros.
O consumo de eletricidade atingiu, entre janeiro e março, o valor mais elevado de sempre para um primeiro trimestre em Portugal, registando um máximo de 14,6 Terawatt-hora (TWh), segundo informou a REN - Redes Energéticas Nacionais em comunicado.
Os consumidores em Portugal contrataram em fevereiro 769,4 milhões de euros em crédito ao consumo, numa subida homóloga acumulada de 10,8%, enquanto o número de novos contratos recuou para 134.697, divulgou hoje o Banco de Portugal (BdP).
Os pagamentos em atraso das entidades públicas fixaram-se em 369,7 milhões de euros em fevereiro, uma subida de 5,8 milhões de euros face ao período homólogo e de 34,5 milhões face a janeiro, foi hoje anunciado.
Os preços das casas estão a aumentar ininterruptamente em Portugal desde que o primeiro governo de Luís Montenegro tomou posse, em 02 de abril de 2024, contribuindo para agravar uma crise ainda sem solução à vista.
A dívida pública na ótica de Maastricht, a que conta para Bruxelas, aumentou cerca de 1.560 milhões de euros em fevereiro, para 282.711,2 milhões de euros, segundo dados hoje divulgados pelo Banco de Portugal (BdP).