Depósitos de particulares atingem recorde em 2024 ao subirem 45%

Os depósitos a prazo de particulares subiram 45% em 2024, totalizando 128,4 mil milhões de euros, valor recorde desde 2003 (início da série), segundo informações divulgadas esta terça-feira pelo Banco de Portugal.

© D.R.

Quanto aos juros, a taxa de juro média dos novos depósitos a prazo de particulares desceu de 3,08% em dezembro de 2023 para 2,16% em dezembro de 2024 (anteriormente, o juro médio tinha subido de 0,41% em dezembro de 2022 para 3,08% em dezembro de 2023).

A redução da remuneração média foi transversal a todos os tipos de depósitos.

Nos novos depósitos com prazo até um ano (que representaram 97% das novas operações em 2024), a taxa de juro média reduziu-se de 3,10% em dezembro de 2023 para 2,18% em dezembro de 2024.

Últimas de Economia

O salário mínimo nacional sobe a partir desta quinta-feira dos atuais 870 euros para 920 euros, em linha com o estabelecido no acordo tripartido assinado em sede de concertação social em outubro de 2024.
A produção de azeite, a carne de caça e as obras de arte vendidas em galerias passam a ser tributadas com o IVA de 6% a partir de hoje, com a entrada em vigor do Orçamento do Estado para 2026.
Os consumidores domésticos podem, a partir de hoje, alterar, a qualquer momento, a sua tarifa da luz, escolhendo entre a simples, bi-horária e tri-horária.
O consumo de energia elétrica abastecido a partir da rede pública atingiu em 2025 o valor mais elevado de sempre no Sistema Elétrico Nacional (SEN), de acordo com dados divulgados hoje pela Redes Energéticas Nacionais (REN).
O número total de compras realizadas entre 01 e 24 de dezembro aumentou 8% face a 2024, tendo as compras no comércio ‘online’ crescido 19%, segundo dados da SIBS Analytics divulgados hoje.
A taxa de inflação no conjunto de 2025 terá sido de 2,3%, segundo a estimativa rápida do INE divulgada hoje, após em 2024 terá sido de 2,4%.
A TAP chega ao final de 2025, dados previstos para concluir o plano de reestruturação acordado com Bruxelas, com grande parte das medidas realizadas, mas com compromissos ainda por cumprir, abrindo a porta a um eventual alargamento do calendário.
O esclarecimento surge depois de esta manhã o Ministério do Trabalho ter indicado que os aumentos das pensões para o próximo ano só seriam pagos a partir de fevereiro "e com retroativos a janeiro".
A Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública – IGCP recomprou 900 milhões de euros de dívida pública, num nível de “excesso de liquidez da tesouraria do Estado”, segundo foi hoje anunciado.
O valor do indexante dos apoios sociais (IAS) para o ano de 2026 é de 537,13 euros, de acordo com uma portaria publicada hoje em Diário da República.