Direito de resposta à notícia da Agência Lusa: ‘Não está confirmado que esteja nos Açores criança eslovena desaparecida’

A Folha Nacional na sua publicação online de 06/02/2025 fez referência a uma reportagem da SIC cujo o conteúdo é o desaparecimento de uma criança eslovena ocorrido há mais de dois anos e o alegado envolvimento de Lana Praner nesse desaparecimento, enquanto líder de um culto ou seita que se teria instalado na ilha de São Miguel.

A Folha Nacional reitera estas alegações ao fazer menção à reportagem da SIC e ao publicar as “suspeitas de que a menor tenha sido raptada pela mãe e por um estranho culto espiritual, que se instalou nos Açores”.

Estas alegações são falsas e provêm da perseguição mediática que tem sido movida contra Lana Praner pelo pai da criança desaparecida.

Lana Praner lamenta o desaparecimento desta criança e faz votos para que o seu paradeiro seja descoberto, mas não tem qualquer conhecimento sobre esta situação.

As autoridades eslovenas, portuguesas e a Interpol encontram-se a investigar este desaparecimento, não tendo Lana Praner sido sequer por estas contactada.

Apesar de não ter qualquer informação relativa ao desaparecimento desta criança, Lana Praner está disponível para colaborar com as autoridades.

Lana Praner mudou-se para São Miguel, com a sua família, há cerca de cinco anos, em busca de tranquilidade e segurança, como tantos outros cidadãos estrangeiros fizeram, incluindo outros cidadãos eslovenos.

É falso que outras pessoas, para além da sua família, residam com Lana Praner e que a mesma seja responsável por um culto ou seita de cariz religioso.

Lana Praner é uma cidadã eslovena de pleno direito, sem qualquer condenação por qualquer tribunal, e está a sofrer danos irreparáveis pessoais e materiais, a título pesoal e familiar com estas publicações, e reserva-se o direito de exigir as responsabilidades de todos os envolvidos.

Ponta Delgada, 07 de Março de 2025

Lana Praner

 

Notícia Lusa:  https://folhanacional.pt/2025/02/06/nao-esta-confirmado-que-esteja-nos-acores-crianca-eslovena-desaparecida/

Últimas do País

Um homem de 53 anos foi detido por suspeitas de ter ateado pelo menos cinco dos 15 incêndios florestais registados desde 25 de julho em Moura Morta, no concelho de Peso da Régua. Os fogos terão sido provocados de forma semelhante, com chama direta sobre vegetação seca, em zonas próximas de casas, terrenos agrícolas e áreas florestais.
Presidente do CHEGA diz que as circunstâncias do incêndio que destruiu a sede distrital “não foram normais” e confirma a apresentação de uma queixa-crime.
O diploma que proíbe a ocultação do rosto em espaços públicos, frequentemente designado como ‘lei das burcas’, já foi publicado em Diário da República e entra em vigor no próximo dia 23 de setembro.
Oito homens ficaram feridos numa sucessão de episódios violentos entre Loures, Lisboa e Amadora. Três vítimas de esfaqueamento ficaram em estado grave e outro homem foi baleado durante uma festa. PSP investiga as ocorrências e procura identificar os responsáveis.
A menos de um mês do arranque do ano letivo, há mais quartos disponíveis para os estudantes deslocados, mas o aumento da oferta face ao ano passado não se traduziu numa redução do preço das rendas.
Auditoria colocou mais de 12 milhões de euros em pagamentos da RTP sob escrutínio. Marisa Garrido recebeu suplementos quando dirigia os Recursos Humanos da estação pública e o CHEGA quer respostas: “Quem decidiu? Quem recebeu? Quem fiscalizou?”
Um total de 13 distritos de Portugal continental estarão hoje sob aviso amarelo por risco de aguaceiros por vezes fortes e trovoada, disse o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
Os técnicos do INEM querem que o instituto desista de transformar as ambulâncias de Suporte Imediato de Vida em veículos ligeiros, que retira capacidade de transporte de doentes, e alargue a rede de ambulâncias de emergência até final de 2027.
Partido liderado por André Ventura defende que a gratuitidade dos manuais escolares seja alargada aos alunos do ensino privado.
O Ministério Público acusou quatro homens, entre os 30 e os 46 anos, por tráfico de droga, detenção ilegal de arma proibida, recetação e falsificação ou contrafação de documento, no concelho de Portalegre, foi hoje anunciado.