Número de passageiros nos aeroportos com redução ligeira em fevereiro

Os aeroportos nacionais movimentaram 4,3 milhões de passageiros em fevereiro, correspondendo a uma diminuição de 0,5%, face ao mesmo mês de 2024, avançou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).

© D.R.

Segundo as estatísticas rápidas do transporte aéreo, foram ainda movimentadas nos aeroportos do país 19,1 mil toneladas de carga e correio, refletindo uma diminuição de 2,6%, em termos homólogos.

Após um máximo mensal histórico no mês de janeiro, em fevereiro verificou-se um ligeiro decréscimo mensal do número de passageiros movimentados nos aeroportos nacionais, mas, em termos de chegadas, registou-se o desembarque médio diário de 78,6 mil passageiros em fevereiro, valor 2,6% superior ao registado em fevereiro do ano passado (76,6 mil).

Nos primeiros dois meses deste ano, o aeroporto de Lisboa movimentou 55,8% do total de passageiros (4,8 milhões), mais 2,1% comparando com os primeiros dois meses de 2024.

O aeroporto de Faro registou um crescimento de 3,6% no movimento de passageiros (674,6 mil; 7,9% do total) e o aeroporto do Porto concentrou 22,9% do total de passageiros movimentados (cerca de 2,0 milhões), aumentando 2,2%.

França foi o principal país de origem e de destino dos voos nos primeiros dois meses deste ano, com crescimentos no número de passageiros desembarcados e embarcados face ao mesmo período de 2024 (+2,4% e +0,6%, respetivamente), seguindo-se o Reino Unido e Espanha.

Últimas de Economia

A Associação das Companhias Aéreas em Portugal (RENA) disse esta quinta-feira que, para já, não há impacto na operação, mas admite a possibilidade de cancelamentos de voos e preços mais altos se a crise energética persistir.
O gabinete estatístico europeu tinha estimado uma taxa de inflação de 2,5% para março, revendo-a hoje alta, puxada pela subida dos preços da energia, devido à crise causada pela guerra no Irão.
O cabaz essencial de 63 produtos, monitorizado pela Deco PROteste, atingiu esta semana um novo máximo de 259,52 euros, mais 1,57 euros face à semana anterior, foi anunciado.
O Conselho das Finanças Públicas (CFP) estima que a inflação vai acelerar para 2,9% em 2026, nomeadamente devido ao aumento dos preços da energia, segundo as projeções divulgadas hoje.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) reviu em baixa a previsão para o saldo orçamental de Portugal, de nulo (0,0%) no relatório de outubro de 2025 para um défice de 0,1%, nas previsões divulgadas hoje.
Entre 2026 e 2038, o Estado enfrentará encargos elevados com a dívida pública, com impacto direto na capacidade de financiamento de Portugal.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) estima que o preço das matérias-primas energéticas deve subir 19% em 2026, devido ao impacto do conflito no Médio Oriente.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) reviu hoje em baixa a estimativa de crescimento da economia portuguesa, de 2,1% para 1,9% este ano.
Os aeroportos nacionais movimentaram em fevereiro um novo máximo histórico de 4,5 milhões de passageiros, mais 3,3% em termos homólogos, acumulando uma subida de 3,7% desde início do ano, para 8,876 milhões, divulgou hoje o INE.
O mês de abril “deverá ser ainda pior do que março” para o setor da energia, mesmo que a guerra no Irão encontre rapidamente uma conclusão, alertou hoje o diretor-executivo da Agência Internacional de Energia (AIE), Fatih Birol.