Procura de crédito à habitação sobe no 1.º trimestre face ao quarto de 2024

A procura de crédito à habitação voltou a aumentar no primeiro trimestre deste ano, face aos últimos três meses de 2024, segundo o Inquérito aos Bancos sobre o Mercado de Crédito do Banco de Portugal.

© DR

Segundo as conclusões do inquérito, a contribuir para o aumento da procura de financiamento para comprar casa esteve o nível das taxas de juro, o regime regulamentar e fiscal do mercado da habitação e também, ainda que em menor grau, a confiança dos consumidores.

Também a procura por crédito ao consumo aumentou entre janeiro e março, indicaram os bancos.

Os bancos notaram ainda um ligeiro aumento da procura de crédito por parte de pequenas e médias e empresas, enquanto houve ligeira diminuição por parte das grandes empresas.

Os bancos perspetivam que o aumento da procura se mantenha, a curto prazo, tanto por empresas como por particulares.

Na oferta de crédito, referiram os bancos que houve ligeira diminuição do ‘spreads’ (margem de lucro operacional) nos empréstimos à habitação e a empresas.

Este inquérito resulta do questionário feito aos bancos entre 10 e 24 de março.

Últimas de Economia

O cabaz essencial de 63 produtos, monitorizado pela Deco PROteste, atingiu esta semana um novo máximo de 259,52 euros, mais 1,57 euros face à semana anterior, foi anunciado.
O Conselho das Finanças Públicas (CFP) estima que a inflação vai acelerar para 2,9% em 2026, nomeadamente devido ao aumento dos preços da energia, segundo as projeções divulgadas hoje.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) reviu em baixa a previsão para o saldo orçamental de Portugal, de nulo (0,0%) no relatório de outubro de 2025 para um défice de 0,1%, nas previsões divulgadas hoje.
Entre 2026 e 2038, o Estado enfrentará encargos elevados com a dívida pública, com impacto direto na capacidade de financiamento de Portugal.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) estima que o preço das matérias-primas energéticas deve subir 19% em 2026, devido ao impacto do conflito no Médio Oriente.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) reviu hoje em baixa a estimativa de crescimento da economia portuguesa, de 2,1% para 1,9% este ano.
Os aeroportos nacionais movimentaram em fevereiro um novo máximo histórico de 4,5 milhões de passageiros, mais 3,3% em termos homólogos, acumulando uma subida de 3,7% desde início do ano, para 8,876 milhões, divulgou hoje o INE.
O mês de abril “deverá ser ainda pior do que março” para o setor da energia, mesmo que a guerra no Irão encontre rapidamente uma conclusão, alertou hoje o diretor-executivo da Agência Internacional de Energia (AIE), Fatih Birol.
As rendas das casas por metro quadrado aumentaram 5,1% em março face ao mesmo mês de 2025, menos 0,1 pontos percentuais do que em fevereiro, tendo todas as regiões registado crescimentos homólogos, informou hoje o INE.
A taxa de inflação acelerou para 2,7% em março, mais 0,6 pontos percentuais do que em fevereiro, refletindo sobretudo o aumento do preço dos combustíveis, anunciou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).