Um quinto da população da UE estava em 2024 em risco de pobreza ou exclusão social

Um número estimado em 93,3 milhões de pessoas na União Europeia (UE), o equivalente a 21% da população, estava, em 2024, em risco de pobreza ou exclusão social, divulga hoje o Eurostat.

© D.R.

Em relação a 2023, registou-se uma ligeira diminuição de 0,3 pontos percentuais (21,3% da população, 94,6 milhões de pessoas) de pessoas em risco de pobreza ou de exclusão social.

Em 2024, 21% da população da UE vivia em agregados familiares com pelo menos um de três riscos de pobreza e exclusão social: risco de pobreza, privação material e social grave e viver num agregado familiar com intensidade de trabalho muito baixa.

As percentagens de população em risco de pobreza ou exclusão social variam entre os países da UE em 2024, com Portugal a registar 19,7% (2.095 milhões).

Os valores mais elevados foram registados na Bulgária (30,3%), na Roménia (27,9%), na Grécia (26,9%), em Espanha e na Lituânia (ambos com 25,8%).

Por outro lado, as percentagens mais baixas foram observadas na República Checa (11,3%), Eslovénia (14,4%), Países Baixos (15,4%), Polónia (16,0%) e Irlanda (16,7%).

Últimas do Mundo

As autoridades ambientais da Austrália anunciaram hoje o desmantelamento de uma criação ilegal de baratas perto de Sydney, contendo mais de 100 mil baratas, com um valor de mercado superior a 122 mil euros.
O dia da sobrecarga ecológica do planeta, em que a humanidade esgota os recursos naturais da Terra disponíveis anualmente e passa a viver “a crédito”, assinala-se a 30 de julho.
O Ministério Público alemão pediu hoje prisão perpétua para o psiquiatra saudita que atropelou com um carro a multidão no mercado de Natal de Magdeburgo, matando seis pessoas e ferindo mais de 300 em dezembro de 2024.
O Grupo Parlamentar do CHEGA apresentou na Assembleia da República um voto de pesar pela morte de Henry Nowak, jovem britânico de 18 anos assassinado no Reino Unido, num caso que gerou forte indignação internacional.
Centenas de pessoas saíram às ruas de Southampton, no Reino Unido, após a morte de Henry Nowak, o jovem de 18 anos que morreu depois de ter sido esfaqueado e inicialmente tratado pelas autoridades como suspeito. Vickrum Digwa, de 23 anos, acabou condenado pelo homicídio do estudante.
A ministra do Interior britânica defendeu hoje uma investigação à atuação da polícia, no ano passado, por deter e algemar erradamente uma vítima de esfaqueamento, mas alertou para a manipulação política do caso.
Um executivo da empresa norte-americana Walt Disney Company, detido num aeroporto de Moscovo em janeiro, foi hoje condenado a dois anos e meio de prisão por um tribunal russo por posse e tentativa de contrabando de droga.
Um português de 26 anos morreu após uma violenta agressão numa rua espanhola, num caso que está agora a ser investigado pelas autoridades de La Rioja.
A Comissão Europeia multou hoje a chinesa Temu em 200 milhões de euros por não detetar devidamente produtos ilegais, referindo que encontrou à venda na plataforma brinquedos para bebés, joias ou carregadores com elevados riscos de segurança.
Os aeroportos europeus estão a registar esperas até 3,5 horas nos controlos fronteiriços em períodos de pico e antecipam um verão “particularmente difícil”, apontando falta de efetivos e falhas técnicas na implementação do novo sistema europeu.