Trump considera insultuoso para os Estados Unidos se não receber Nobel da Paz

O Presidente Donald Trump considerou hoje que será um insulto para os Estados Unidos se não receber o prémio Nobel da Paz, ao discursar perante centenas de oficiais norte-americanos de alta patente perto de Washington.

© D.R.

“Eles vão dá-lo a um tipo que não fez nada”, disse Trump, que afirma ter posto fim a vários conflitos no mundo enquanto Presidente dos Estados Unidos.

“Seria um grande insulto ao nosso país”, acrescentou, citado pela agência de notícias France-Presse (AFP).

Trump discursava perante generais e almirantes norte-americanos convocados em Quantico (Virgínia), um dia depois de ter divulgado o plano para acabar com a guerra na Faixa de Gaza.

Disse aos oficiais que o grupo extremista palestiniano Hamas, que governa Gaza, “expiará no inferno” se rejeitar o plano, aprovado na segunda-feira por Israel.

“Falta-nos uma assinatura, e eles irão expiar no inferno se não assinarem. Espero que assinem para o seu próprio bem e criem algo realmente fantástico”, declarou.

Na reunião invulgar convocada pelo secretário da Defesa, Pete Hegseth, que Trump ordenou que se passasse a chamar secretário da Guerra, o candidato ao Nobel da Paz prometeu “despertar o espírito guerreiro” no exército norte-americano.

“Juntos, despertamos o espírito guerreiro, e é esse espírito que conquistou e construiu esta nação. Desde a cavalaria que domou as Grandes Planícies até ao poder feroz e inflexível de Patton, Bradley e do grande general Douglas MacArthur”, afirmou.

Últimas do Mundo

As autoridades ambientais da Austrália anunciaram hoje o desmantelamento de uma criação ilegal de baratas perto de Sydney, contendo mais de 100 mil baratas, com um valor de mercado superior a 122 mil euros.
O dia da sobrecarga ecológica do planeta, em que a humanidade esgota os recursos naturais da Terra disponíveis anualmente e passa a viver “a crédito”, assinala-se a 30 de julho.
O Ministério Público alemão pediu hoje prisão perpétua para o psiquiatra saudita que atropelou com um carro a multidão no mercado de Natal de Magdeburgo, matando seis pessoas e ferindo mais de 300 em dezembro de 2024.
O Grupo Parlamentar do CHEGA apresentou na Assembleia da República um voto de pesar pela morte de Henry Nowak, jovem britânico de 18 anos assassinado no Reino Unido, num caso que gerou forte indignação internacional.
Centenas de pessoas saíram às ruas de Southampton, no Reino Unido, após a morte de Henry Nowak, o jovem de 18 anos que morreu depois de ter sido esfaqueado e inicialmente tratado pelas autoridades como suspeito. Vickrum Digwa, de 23 anos, acabou condenado pelo homicídio do estudante.
A ministra do Interior britânica defendeu hoje uma investigação à atuação da polícia, no ano passado, por deter e algemar erradamente uma vítima de esfaqueamento, mas alertou para a manipulação política do caso.
Um executivo da empresa norte-americana Walt Disney Company, detido num aeroporto de Moscovo em janeiro, foi hoje condenado a dois anos e meio de prisão por um tribunal russo por posse e tentativa de contrabando de droga.
Um português de 26 anos morreu após uma violenta agressão numa rua espanhola, num caso que está agora a ser investigado pelas autoridades de La Rioja.
A Comissão Europeia multou hoje a chinesa Temu em 200 milhões de euros por não detetar devidamente produtos ilegais, referindo que encontrou à venda na plataforma brinquedos para bebés, joias ou carregadores com elevados riscos de segurança.
Os aeroportos europeus estão a registar esperas até 3,5 horas nos controlos fronteiriços em períodos de pico e antecipam um verão “particularmente difícil”, apontando falta de efetivos e falhas técnicas na implementação do novo sistema europeu.