Passageiros nos aeroportos nacionais sobem 4,7% em 2025 para mais de 73 milhões

O número de passageiros movimentados nos aeroportos nacionais deverá ter aumentado 4,7% em 2025, para 73,75 milhões, segundo dados preliminares do Instituto Nacional de Estatística (INE), hoje divulgados.

© D.R.

O crescimento registado no ano passado foi superior à subida homóloga de 4,3% verificada em 2024.

No ano passado, aterraram nos aeroportos nacionais 255.704 aeronaves em voos comerciais, o que representa um aumento de 4,0% (contra uma subida de 0,9% em 2024).

Já o movimento de carga e correio recuou 0,5% face ao ano anterior, contra uma subida de 14,2%, para 253.611 toneladas.

O aeroporto de Lisboa movimentou 49,0% do total de passageiros (36,1 milhões), num aumento de 2,9% em relação a 2024, enquanto o do Porto recolheu 23,0% dos passageiros (mais 6,3%) e o de Faro 10,4 milhões (quota 14,1% e subida de 5,8%).

Em 2025, os cincos principais países de origem e destino mantiveram-se face ao ano anterior, destacando-se o Reino Unido (subidas de 2,4% nos passageiros desembarcados e de 2,2% nos embarcados).

Apesar de uma redução de 2,3% nos passageiros desembarcados e de 1,9% nos passageiros embarcados, França manteve-se na segunda posição

Espanha, Alemanha e Itália mantiveram a terceira, quarta e quinta posição, respetivamente.

O aeroporto de Lisboa concentrou 77,4% do total de carga e correio movimentados em 2025, com 196.405 toneladas – menos 1,0% face a 2024 –, enquanto os restantes vieram uma subida de 1,2%, para 57.203 toneladas.

Numa análise apenas ao mês de dezembro, verificou-se que os aeroportos nacionais movimentaram 4,9 milhões de passageiros e 20,2 mil toneladas de carga e correio, correspondendo a um aumento de 4,6% no volume de passageiros e a uma descida de 8,8% na carga movida, quando comparado com o mesmo mês de 2024.

“Ao longo do ano 2025 registaram-se máximos históricos mensais no número de passageiros movimentados nos aeroportos nacionais, com exceção de fevereiro”, destacou o INE, apontando que, no último mês do ano, houve um desembarque médio diário de cerca de 82,1 mil passageiros, mais 5,2% do que em dezembro de 2024 (78 mil).

Últimas de Economia

Os cinco principais bancos a operar em Portugal tiveram lucros agregados superiores a cinco mil milhões de euros em 2025, ano em que CGD, BCP e Novo Banco registaram os maiores resultados das suas histórias.
Os preços dos combustíveis deverão sofrer uma forte subida na próxima semana, com o gasóleo simples a poder aumentar cerca de 25 cêntimos por litro e a gasolina simples 95 cerca de sete cêntimos.
Cerca de metade dos 22 mil pedidos de apoio para a reconstrução de casas devido ao mau tempo são dos concelhos de Leiria, Pombal e Marinha Grande, revelou hoje o coordenador da Estrutura de Missão, Paulo Fernandes.
As dormidas em estabelecimentos de alojamento turístico registaram um novo valor recorde de quase 3,1 mil milhões na União Europeia (UE) em 2025, segundo dados hoje divulgados pelo Eurostat.
A taxa de juro média das novas operações de crédito à habitação voltou a descer em janeiro, após ter subido em dezembro pela primeira vez num ano, fechando o mês em 2,83%, disse hoje o Banco de Portugal.
Casas vazias do Estado podem ganhar nova vida e servir para responder à falta de habitação que continua a afetar milhares de famílias em Portugal. Essa é a proposta apresentada pelo CHEGA, que defende a recuperação e reutilização de imóveis públicos devolutos como resposta à atual crise habitacional que Portugal atravessa.
Portugal dispõe de reservas para 93 dias de consumo, num cenário de disrupção, indicou a ENSE, ressalvando que as importações nacionais não têm exposição a Ormuz nas quantidades de mercadorias adquiridas e transportadas.
A referência europeia para o preço do gás natural, o contrato TTF (Title Transfer Facility) negociado nos Países Baixos, subiu mais de 33% por volta das 09:40 (hora de Portugal Continental), justificado pela nova onda de ataques no Irão.
O índice de produção industrial registou uma variação homóloga de 1,2% em janeiro, 0,5 pontos percentuais (p.p.) inferior à observada em dezembro, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística.
A dívida pública na ótica de Maastricht, a que conta para Bruxelas, aumentou cerca de 6,1 mil milhões de euros em janeiro, para 280.857 milhões de euros, segundo dados hoje divulgados pelo Banco de Portugal (BdP).