Vila de Rei dá prazo para remoção de material lenhoso das vias florestais

Os proprietários de terrenos confinantes com a rede viária florestal em Vila de Rei têm até dia 01 de março, para remover o material lenhoso, de forma a garantir que a rede viária florestal fique desimpedida.

© Thomas Cabral | AFP

“Terminado este prazo [01 de março], o município de Vila de Rei avançará com o corte e remoção de todo o material existente, de forma a garantir que a rede viária florestal fique desimpedida, assegurando melhores condições de acesso e segurança, nomeadamente para o combate a eventuais incêndios rurais”, indica, em comunicado, a Câmara Municipal.

Na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta pelo território, diversos caminhos da rede viária florestal deste município do distrito de Castelo Branco ficaram condicionados ou interditos devido à acumulação de material lenhoso.

Neste âmbito, e ao abrigo da legislação que estabelece as medidas e ações a desenvolver no âmbito do Sistema Nacional de Defesa da Floresta Contra Incêndios, a autarquia determina como prazo para a reposição das condições de segurança e circulação, o dia 01 de março.

“Esta medida visa prevenir riscos acrescidos, reforçar a segurança do território e garantir a operacionalidade dos meios de proteção e socorro”.

O município apela à colaboração de todos os proprietários para o cumprimento atempado destas ações.

Para qualquer esclarecimento adicional, os interessados podem contactar o Serviço Municipal de Proteção Civil ou Gabinete Técnico Florestal da Câmara de Vila de Rei, através do telefone 274 890 010 ou do e-mail cord.protec@cm-viladerei.pt.

Dezasseis pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas.

A situação de calamidade que abrangia os 68 concelhos mais afetados terminou a 15 de fevereiro.

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