Direção do CHEGA propõe congresso nos dias 08, 09 e 10 de maio

A Direção Nacional do CHEGA vai propor a realização da próxima convenção do partido nos dias 08, 09 e 10 de maio, para eleger eleitos novos órgãos, meses depois de André Ventura ter anunciado a recandidatura à liderança.

© Folha Nacional

“Nos termos do que já havia sido anunciado após a decisão do Tribunal Constitucional, a Direção Nacional do Chega vai propor a realização do Congresso Nacional nos dias 8, 9 e 10 de maio”, refere o partido em comunicado.

No último Conselho Nacional do CHEGA, em 12 de setembro, André Ventura, anunciou a recandidatura à presidência do partido.

Ventura é líder do CHEGA desde a sua fundação, em 2019.

Na mesma nota, o CHEGA indica que nesta reunião magna serão eleitos novos órgãos nacionais e poderão ser votadas também alterações aos estatutos do partido.

Na nota de hoje, é referido ainda que a eleição dos delegados deverá acontecer nos dias 18 e 19 de abril.

A última Convenção Nacional do partido aconteceu em janeiro de 2024, em Viana do Castelo, e a eleição dos órgãos nacionais do CHEGA nessa reunião magna foi invalidada pelo Tribunal Constitucional (TC). O mesmo tinha sido decidido em relação à convenção anterior, que aconteceu um ano antes, em Santarém.

O TC tem vindo também a ‘chumbar’ as sucessivas alterações aos estatutos do partido, pelo que actualmente são válidos os originários.

Últimas de Política Nacional

Bancada de André Ventura apresentou dois projetos de lei, 14 projetos de resolução e avançou com a comissão de inquérito à liderança de Luís Neves na PJ. Somam-se ainda 28 perguntas dirigidas ao Governo.
A nomeação foi feita pelo presidente do CHEGA, André Ventura, em nome da Direção Nacional, e validada por todos os seus membros. Eduardo Teixeira assume agora um dos dossiês mais exigentes e estratégicos do partido, numa altura em que o forte crescimento autárquico do CHEGA trouxe uma nova dimensão e maiores responsabilidades à estrutura partidária.
Ventura abriu a rentrée do CHEGA com um aviso ao Governo: a descida da idade da reforma vai estar em cima da mesa no Orçamento do Estado (OE2027) e o partido promete não ceder.
O CHEGA pediu hoje audições parlamentares do ministro da Defesa, Nuno Melo, e de um representante da empresa portuguesa NT Group (NTG), para esclarecer questões relacionadas com a aquisição de três fragatas a Itália.
O CHEGA aparece à frente do Partido Socialista (PS) nas intenções de voto dos inquéritos feitos online durante o mês de agosto.
O líder do CHEGA, André Ventura, reagiu com "estupefação" ao processo judicial anunciado pelo ministro da Defesa, Nuno Melo, acusando o Governo de "opacidade e arrogância". O político insistiu ainda na exigência de esclarecimentos sobre a compra de três fragatas a Itália e sobre alegadas comissões de intermediação.
O CHEGA considerou "de uma enorme gravidade" a decisão do Presidente da República de enviar para o Tribunal Constitucional o decreto sobre retorno de estrangeiros, sustentando tratar-se de "uma irresponsabilidade".
O CHEGA defendeu ontem que o primeiro-ministro, Luís Montenegro, "perdeu por completo o controlo da situação" relativa ao ministro da Administração Interna e insistiu na saída de Luís Neves do cargo.
O Ministério da Justiça (MJ) ordenou uma auditoria interna à Polícia Judiciária (PJ) na sequência das notícias sobre o funcionamento desta polícia no mandato do ex-diretor nacional e atual ministro da Administração Interna, Luís Neves.
Luís Neves está novamente no centro da polémica. O atual ministro da Administração Interna vai ser julgado no Tribunal de Contas por infrações financeiras cometidas quando era diretor nacional da Polícia Judiciária (PJ), num caso relacionado com contratos públicos que, segundo o tribunal, não cumpriram as regras da contratação pública.