Ventura confronta Montenegro: “Ineficácia absoluta é sacar o máximo em impostos aos portugueses”

O líder do CHEGA acusou o Governo de ignorar o impacto real do aumento do custo de vida, questionando a ausência de medidas concretas para aliviar os preços dos combustíveis, da alimentação e a carga fiscal sobre as famílias.

© Folha Nacional

O presidente do CHEGA, André Ventura, afirmou que o Governo tem privilegiado a apresentação de resultados orçamentais em detrimento de medidas com impacto direto na vida das pessoas, questionando o ministro das Finanças sobre o alívio da pressão sentida pelas famílias.

“Este é o símbolo da ineficácia do seu Governo e das suas medidas”, afirmou.

Ventura discursava esta quarta-feira no Parlamento, durante o debate com o primeiro-ministro na Assembleia da República, centrando a sua intervenção no custo de vida, na carga fiscal, na saúde e na imigração.

“Pagamos mais combustíveis e alimentação. Somos o país da Europa com mais taxas e taxinhas”, disse.

O líder da oposição referiu que os portugueses enfrentam aumentos nos preços dos combustíveis e dos bens alimentares, defendendo que o país apresenta níveis elevados de carga fiscal sobre bens essenciais.

No plano económico, questionou o Governo sobre a possibilidade de aplicar IVA zero a produtos essenciais e de reduzir a tributação sobre os combustíveis, apontando exemplos de outros países europeus que adotaram medidas nesse sentido.

Na área da saúde, referiu dificuldades no funcionamento do Serviço Nacional de Saúde, incluindo o encerramento de urgências e a falta de médicos de família, questionando o Executivo sobre resultados concretos.

Por fim, no que respeita à imigração, considerou que a situação atual levanta preocupações quanto à capacidade de resposta e organização do sistema.

Últimas de Política Nacional

O líder do CHEGA, André Ventura, considerou esta sexta-feira que a proposta de lei do Governo para alterar a lei laboral "é má" e, como está, "não deve ser aprovada", mas indicou que mantém a disponibilidade para negociar.
Enquanto fotografava eventos e iniciativas do CDS, Isabel Santiago surgia também associada a funções remuneradas em estruturas públicas ligadas ao partido.
Foram várias as ameaças de morte que André Ventura, líder do CHEGA, recebeu nas redes sociais, após publicar um vídeo sobre a fuga de um detido do Tribunal de Ponte de Sor e a alegada emboscada montada à GNR para facilitar a evasão.
O ministro da Administração Interna, Luís Neves, admitiu o encerramento de esquadras da PSP em Lisboa, numa decisão que está a gerar preocupação sobre o futuro da segurança nas grandes cidades.
A guerra interna no PSD na freguesia das Avenidas Novas, em Lisboa, voltou a rebentar e já ameaça provocar uma crise política sem precedentes numa das maiores juntas da capital. Um acordo promovido por Carlos Moedas e pela liderança distrital do PSD durou apenas 10 dias antes de colapsar em acusações mútuas, suspeitas de favorecimento e denúncias de “tachos” para familiares.
O CHEGA leva esta quinta-feira ao Parlamento um conjunto de propostas centradas no reforço da autoridade das forças de segurança, na proteção dos agentes policiais e no combate à criminalidade, depois de o partido ter fixado a ordem do dia no debate parlamentar.
A Polícia Judiciária realizou esta quinta-feira uma operação de buscas relacionada com suspeitas de corrupção em concursos públicos para aluguer de helicópteros de combate a incêndios. Entre os alvos está Ricardo Leitão Machado, cunhado do ministro da Presidência, António Leitão Amaro.
José Sócrates, antigo primeiro-ministro socialista, vai começar a ser julgado esta quinta-feira no Tribunal Administrativo de Lisboa no âmbito da ação em que exige uma indemnização ao Estado português devido à duração do processo Operação Marquês.
O líder do CHEGA disse esta terça-feira que terá sido por pressão do PS que o presidente do Tribunal Constitucional comunicou a decisão de renunciar às funções e defendeu que o parlamento deve marcar já a eleição dos novos juízes.
O presidente do CHEGA criticou hoje o PSD por inviabilizar uma comissão de inquérito à Operação Influencer com "motivos fúteis" e perguntou de que "tem medo" o partido de Luís Montenegro, reiterando que a forçará a partir de setembro.