Bruxelas revê em baixa crescimento de Portugal para 1,7% em 2026 e 1,8% em 2027

A Comissão Europeia reviu em baixa as previsões para o crescimento da economia portuguesa para 1,7% este ano e 1,8% em 2027, nomeadamente devido aos efeitos das tempestades e do conflito no Irão, segundo as projeções divulgadas esta quinta-feira.

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“A economia portuguesa enfrentou uma série de choques inesperados no início de 2026, começando com tempestades severas em janeiro e fevereiro, seguidas por uma forte subida dos preços da energia em março e abril”, lê-se no relatório das previsões económicas de primavera, que destaca que o sentimento económico se deteriorou e o crescimento do PIB desacelerou de 0,9% em cadeia no 4.º trimestre de 2025 para uma estagnação no 1.º trimestre de 2026.

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Os portugueses continuam a pagar cada vez mais para levar exatamente os mesmos produtos para casa. O cabaz alimentar voltou a aumentar e já custa quase mais 38% do que custava há pouco mais de quatro anos.
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As remunerações dos novos depósitos a prazo aumentaram em abril pelo terceiro mês consecutivo, para 1,44%, uma tendência em linha com a zona do euro, apesar de continuar abaixo do selecionado no mês homólogo, divulgou hoje o BdP.
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O preço da gasolina deverá manter-se na próxima semana e o do gasóleo subir 4,5 cêntimos, segundo as previsões da Associação Nacional de Revendedores de Combustíveis (Anarec) cedidas à Lusa.
A taxa Euribor subiu hoje a três, a seis e a 12 meses em relação a quarta-feira, para máximos desde abril de 2025 no prazo mais curto.
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