Cabaz alimentar volta a subir 3,08 euros para 256,71 euros

O cabaz alimentar composto por 63 bens essenciais monitorizado pela Deco Proteste encareceu 3,08 euros na última semana, para 256,71 euros, depois da descida registada na semana anterior, informou esta quarta-feira a associação de defesa do consumidor.

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O cabaz alimentar monitorizado pela Deco Proteste, organização de defesa do consumidor, custa esta semana 256,71 euros, mais 3,08 euros (mais 1,21%) que na semana anterior, refere a organização de defesa do consumidor em comunicado.

A cesta alimentar inclui carne, congelados, frutas e legumes, laticínios, mercearia e peixe.

Entre outros, são considerados produtos como peru, frango, carapau, pescada, cebola, batata, cenoura, banana, maçã, laranja, arroz, esparguete, açúcar, fiambre, leite, queijo e manteiga.

Entre 01 e 08 de julho, os brócolos registaram um aumento de 13%, para 3,35 euros, o tomate chucha subiu 12%, para 2,29 euros, e a farinha para bolos e a polpa de tomate subiram 9%, para 1,82 euros e 1,40 euros, respetivamente, os produtos com maiores aumentos de preço.

No início do ano, para comprar o mesmo cabaz composto por 63 produtos, os consumidores gastavam menos 14,89 euros (menos 6,16%).

Segundo a Deco Proteste, há um ano, era possível comprar exatamente os mesmos produtos por menos 16,59 euros (menos 6,91%).

Já no início de 2022, era possível gastar menos 69,01 euros (uma diferença de 36,77%).

Em relação ao ano passado, a maior subida percentual de preço verificou-se em produtos como o robalo (28% custando atualmente 10,03 euros por quilograma), a couve-coração (25% custando atualmente 1,76 euros por quilograma), a cebola (25% custando atualmente 1,64 euros por quilograma) e os brócolos (25% custando atualmente 3,35 euros por quilograma).

Desde 05 de janeiro de 2022, os maiores aumentos percentuais foram os da carne de novilho para cozer (127% para 13,19 euros por quilograma), os ovos (84% para 2,10 euros) e a couve-coração (77% para 1,76 euros por quilograma).

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