A despesa de 100 mil euros invocada pelo presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, para a limpeza do Rossio não foi dada como provada pelo tribunal, revela o Expresso.
A questão surgiu no contexto dos protestos pela habitação que têm ocupado a praça lisboeta e que motivaram um confronto judicial sobre a permanência de tendas naquele espaço público.
O valor apresentado pelo autarca não foi considerado demonstrado na apreciação judicial, um dado relevante para a discussão sobre os custos associados à ocupação da praça.