CHEGA lidera contagem de votos na emigração e pode eleger mais 2 deputados

Os resultados do primeiro dia de contagem dos votos dos emigrantes do círculo da Europa e de Fora da Europa indicam que o CHEGA pode eleger mais dois deputados, o que faria com que o seu grupo parlamentar atingisse os 50 mandatos.

© Folha Nacional

 

No círculo da Europa, o partido de André Ventura lidera, seguido pelo Partido Socialista e pela Aliança Democrática (AD). Com metade dos votos contados, há possibilidade de o CHEGA e do PS conquistarem os dois deputados deste círculo.

No círculo de Fora da Europa, a AD está na frente, seguida pelo CHEGA, podendo a direita e o centro-direita serem os únicos representados neste círculo eleitoral. A confirmar-se este resultado, o CHEGA poderia colocar de fora do parlamento o socialista Augusto Santos Silva, cujo mandato ficou caraterizado por inúmeros embates com o partido de Ventura e pela parcialidade com que exerceu a função de Presidente da Assembleia da República.

A contagem dos votos da emigração está em curso, com expectativa de que os resultados finais sejam conhecidos após a audiência dos líderes da AD com o Presidente da República. Existe também preocupação com a elevada taxa de votos anulados devido à falta de cópia do cartão de cidadão.

Últimas de Política Nacional

O líder do CHEGA, André Ventura, classificou como 'marketing' o programa 'Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência' (PTRR), hoje apresentado pelo Governo, e considerou que não define prioridades nem estratégias.
Paulo Abreu dos Santos, ex-adjunto de uma ministra socialista, está indiciado por 576 crimes de pornografia de menores e por integrar 13 grupos de partilha de abuso sexual infantil.
O CHEGA voltou a defender regras mais apertadas para o financiamento partidário, exigindo maior transparência nos donativos e o fim dos benefícios fiscais atribuídos aos partidos políticos.
O partido liderado por André Ventura quer ministro Miguel Pinto Luz a esclarecer por que motivo só um edifício terá proteção antissísmica reforçada numa infraestrutura hospitalar crítica.
O discurso de José Aguiar-Branco nas comemorações do 25 de Abril acabou por expor, em pleno hemiciclo, uma fratura visível no PS, com Pedro Delgado Alves a virar costas em protesto à Mesa da Assembleia da República e António Mendonça Mendes a responder com um aplauso de pé à mesma intervenção.
Mais do que cravos, cerimónias e celebrações, André Ventura defendeu este sábado, no Parlamento, que os portugueses “querem voz”, “salários justos” e “uma vida digna”, usando os 52 anos do 25 de Abril para centrar o debate nas dificuldades económicas, na corrupção e no afastamento entre a liberdade celebrada e a realidade vivida no país.
O CHEGA quer alterar a lei relativa aos crimes de responsabilidade dos titulares de cargos políticos, para que quem for condenado, por exemplo por corrupção, não possa voltar a exercer funções públicas.
Compra da nova sede do Banco de Portugal (BdP) volta a estar sob escrutínio político, com o partido liderado por André Ventura a apontar falhas na transparência.
O líder do CHEGA, André Ventura, disse esta quarta-feira que recebeu da parte do Governo a indicação de abertura para alterações à reforma do Estado em “todos os pontos” que o partido tinha apontado.
Ventura trava luz verde ao Governo e avisa: propostas levantam “riscos graves de corrupção” e fragilizam controlo do dinheiro público.