Avaliação bancária da habitação em recorde nos 2.060 euros/m2 em novembro

O valor mediano de avaliação bancária na habitação foi de 2.060 euros por metro quadrado em novembro, um novo máximo histórico e mais 18,4% do que período homólogo 2024, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística.

© D.R.

O aumento em termos homólogos (de 18,4%) superou o registado em outubro (17,7%).

Já face ao mês de outubro, o valor mediano de avaliação bancária na habitação em novembro significa mais 35 euros.

Ainda segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), a maior subida face a novembro do ano passado verificou-se na Península de Setúbal (26,9%), enquanto a região dos Açores apresentou o maior aumento face a outubro (3,8%).

Esta análise é feita tendo em conta 36.282 avaliações bancárias, mais 7,1% em relação a outubro e menos 2,4% em termos homólogos.

Nos apartamentos, o valor mediano de avaliação bancária foi de 2.389 euros por metro quadrado (euros/m2), mais 22,9% do que em novembro de 2024.

Os valores mais elevados foram observados na Grande Lisboa (3.143 euros/m2) e no Algarve (2.771 euros/m2), tendo o Centro e o Alentejo os valores mais baixo (1.532 euros/m2 e 1.543 euros/m2, respetivamente). A Península de Setúbal apresentou o maior crescimento homólogo (29,3%).

Nas moradias, o valor mediano da avaliação foi de 1.500 euros/m2, uma subida de 13,6% em relação ao mesmo mês de 2024. Os valores mais elevados foram registados na Grande Lisboa (2.750 euros/m2) e no Algarve (2.563 euros/m2), tendo o Centro e o Alentejo os mais baixos (1.109 euros/m2 e 1.183 euros/m2 respetivamente).

Últimas de Economia

O presidente do CHEGA contesta as conclusões do relatório sobre a Segurança Social e expõe o Governo de estar a preparar o debate para reduzir pensões ou travar futuros aumentos. Partido mantém a proposta de baixar a idade da reforma.
O preço dos combustíveis para transporte privado subiu 16,9% na União Europeia em julho, face ao mesmo mês de 2025, com Portugal a registar uma subida na ordem dos 16,7%, segundo dados do Eurostat.
Quem entra agora no mercado de trabalho poderá chegar a 2065 com uma pensão equivalente a apenas 70,3% do salário de referência. Especialistas antecipam “perdas significativas” em todos os níveis salariais.
A taxa de juro implícita para a totalidade dos contratos de crédito à habitação voltou a subir para 3,135% em julho, depois de também ter aumentado em junho, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).
O cabaz alimentar composto por 63 bens essenciais monitorizado pela Deco Proteste voltou a subir 1,48 euros na última semana, fixando-se nos 253,55 euros, informou hoje a associação de defesa do consumidor.
A taxa de inflação homóloga acelerou para 2,9% na zona euro e para 3% na União Europeia em julho, após um recuo registado em junho, anunciou hoje o Eurostat, confirmando a estimativa rápida que tinha divulgado no mês passado.
O Índice de Preços na Produção industrial (IPPI) aumentou 5,8% em julho, em termos homólogos, acelerando 0,7 pontos percentuais face ao mês anterior, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Números oficiais apontaram para um excedente de 6,7 mil milhões de euros, mas estudo chega a uma conclusão diferente: considerando em conjunto o regime previdencial e a Caixa Geral de Aposentações, o saldo de 2025 terá sido negativo em 1,94 mil milhões. Especialistas alertam que os excedentes apresentados nos últimos anos podem dar uma imagem enganadora da sustentabilidade financeira.
Más notícias para quem precisa de abastecer. Gasolina e gasóleo deverão encarecer cerca de oito cêntimos por litro esta segunda-feira, anulando o alívio sentido na semana anterior e voltando a apertar a carteira dos automobilistas.
O cabaz alimentar composto por 63 bens essenciais monitorizado pela Deco Proteste subiu 2,18 euros na última semana, fixando-se nos 253,47 euros.