Ministério Público arquiva processo contra deputado do CHEGA João Ribeiro

O Ministério Público decidiu arquivar o processo que levou ao levantamento da imunidade parlamentar do deputado do CHEGA João Ribeiro. A decisão concluiu que não existem indícios que justifiquem a continuação da investigação.

© Folha Nacional

O Ministério Público determinou o arquivamento do processo que esteve na origem do levantamento da imunidade parlamentar do deputado do CHEGA João Ribeiro, segundo informou o partido através de um comunicado enviado ao Folha Nacional.

De acordo com a nota, foi proferido despacho de arquivamento ao abrigo do artigo 277.º do Código de Processo Penal, concluindo que não foram encontrados indícios suficientes que sustentassem a continuidade do processo.

O caso tinha sido amplamente divulgado no espaço mediático numa fase particularmente sensível do calendário político, coincidindo com o período em que João Ribeiro era candidato a eleições autárquicas.

Face ao desfecho agora conhecido, o CHEGA considera que o arquivamento levanta dúvidas sobre o impacto que a exposição pública do processo poderá ter tido no contexto político da altura.

No comunicado a que o Folha Nacional teve acesso, o partido sublinha também a importância do respeito pela presunção de inocência e defende que as conclusões da Justiça devem ser aguardadas antes de serem feitas avaliações públicas sobre processos judiciais.

O CHEGA afirma ainda manter confiança no funcionamento das instituições judiciais e garante que continuará focado no trabalho político junto das populações.

Últimas de Política Nacional

Ventura referiu que o CHEGA deu margem ao PSD para mudar o pacote laboral, acreditando que o partido pudesse afastar-se “dos velhos vícios políticos”.
O CHEGA reclamou hoje uma "grande vitória" na revisão constitucional e considerou haver condições para alterar a Lei Fundamental, após o acordo com o PSD que estima a conclusão do processo até ao final da próxima sessão legislativa.
O CHEGA vai votar contra a autorização legislativa pedida pelo Governo para legislar por decreto sobre a criação da Prestação Social Única, anunciou o líder do partido, defendendo uma "discussão aprofundada" no parlamento sobre este tema.
O CHEGA recebeu ‘luz verde’ para levar a plenário o seu requerimento para ser reapreciado o decreto que cria a pena acessória de perda da nacionalidade, diploma chumbado pelo Tribunal Constitucional.
O líder do CHEGA acusa comunistas de hipocrisia política e diz que foi durante a geringonça que os portugueses sofreram “uma brutal perda de poder de compra”.
O socialista Miguel Coelho suspendeu hoje o mandato de deputado à Assembleia Municipal de Lisboa, na sequência de investigações sobre adjudicações, inclusive na Junta de Freguesia de Santa Maria Maior.
Líder do CHEGA fala em “governação de improviso”, acusa Executivo de esconder falhas no SIRESP e diz que famílias continuam abandonadas meses após os estragos provocados pelas tempestades.
O presidente do CHEGA disse que vai tentar, na especialidade, "corrigir o que está mal" na reforma do Tribunal de Contas, mas espera que a lei não seja aprovada em votação final global e não entre em vigor.
O índice de coincidência parlamentar revela que sociais-democratas votam mais vezes da mesma forma que o PS do que o CHEGA coincide com a votação dos socialistas na Assembleia da República.
O presidente do CHEGA anunciou hoje o pedido de audição parlamentar urgente do ministro da Administração Interna, do secretário-geral adjunto demissionário António Pombeiro e do general Paulo Viegas Nunes, questionando a “integridade” desta escolha para o SIRESP.