O protesto foi marcado pelo Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional, que considera que a segurança na cadeia de Vale de Judeus não foi reforçada depois da fuga que aconteceu em setembro de 2024.
A greve será total e, segundo explicou este sindicato à Lusa, os presos que não têm atividades — não estudam, nem trabalham — terão o horário de pátio reduzido e vão ficar nas respetivas celas 22 horas por dia.
A redução dos horários de pátio é, aliás, uma das reivindicações desta greve, à semelhança daquilo que aconteceu na cadeia do Linhó, onde os reclusos sem atividades viram os seus horários reduzidos.
O número de visitas também será reduzido para todos os presos, que “passam a ter só uma visita por semana”, acrescentou o sindicato que emitiu o aviso prévio de greve, referindo ainda que a greve terá impacto nas idas a consultas e a tribunal.