Carga fiscal dispara para 35,4% em 2025 sob Governo de Montenegro

A carga fiscal em Portugal manteve-se em níveis elevados em 2025, fixando-se nos 35,4% do Produto Interno Bruto (PIB), ligeiramente acima dos 35,2% registados no ano anterior.

© Folha Nacional

Os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) indicam que a receita fiscal das Administrações Públicas aumentou 6,7% em termos nominais, atingindo os 108,7 mil milhões de euros.

A subida acontece num contexto de crescimento económico, com o PIB nominal a aumentar 5,9%, embora a um ritmo inferior ao das receitas fiscais e contributivas. Esta diferença traduziu-se num aumento da carga fiscal em 0,2 pontos percentuais.

Apesar da subida, o valor agora registado permanece abaixo dos máximos alcançados em anos recentes, nomeadamente em 2022, quando a carga fiscal atingiu níveis recorde.

Ainda assim, o indicador mantém-se acima dos 35% do PIB, refletindo uma pressão fiscal elevada sobre a economia portuguesa e alimentando o debate político em torno do peso dos impostos e contribuições.

A carga fiscal corresponde ao rácio entre as receitas fiscais e o PIB e é um dos principais indicadores utilizados para avaliar o esforço fiscal exigido a famílias e empresas.

Últimas de Política Nacional

A carga fiscal em Portugal manteve-se em níveis elevados em 2025, fixando-se nos 35,4% do Produto Interno Bruto (PIB), ligeiramente acima dos 35,2% registados no ano anterior.
O presidente da Câmara de Oeiras, Isaltino Morais, arguido no processo relacionado com despesas em almoços de dirigentes municipais, afirmou que “odeia o que André Ventura representa”.
A Câmara Municipal de Matosinhos adjudicou, por ajuste direto, um contrato à sociedade de advogados Vieira de Almeida, onde a filha da presidente socialista da autarquia, Luísa Salgueiro, exerce funções como advogada estagiária.
A repressão dos protestos no Irão chegou ao Parlamento português. O CHEGA apresentou uma proposta que recomenda ao Governo a expulsão do embaixador iraniano em Portugal, acusando o regime de Teerão de violar direitos fundamentais e reprimir violentamente manifestações pró-democracia.
O CHEGA vai indicar Rui Gomes da Silva para o Conselho Superior da Magistratura e Fernando Silva para o Conselho Superior do Ministério Público, ambos membros do "Governo sombra" do partido, indicou hoje André Ventura.
O líder do CHEGA revelou hoje que chegou a acordo com o PSD sobre as eleições para os órgãos externos e anunciou que os dois partidos vão apresentar uma lista conjunta de candidatos ao Conselho de Estado.
O CHEGA apresentou no Parlamento um projeto de lei que pretende restringir a realização de celebrações muçulmanas em espaços públicos e impor novas regras no financiamento e construção de novas mesquitas no país.
O líder do CHEGA associa a subida do custo de vida à guerra na Ucrânia e defende descida de impostos para aliviar os portugueses.
O grupo municipal do CHEGA em Oeiras apresentou uma moção de censura ao executivo liderado por Isaltino Morais, na sequência da acusação do Ministério Público relacionada com despesas em refeições pagas com fundos públicos.
O líder do CHEGA, André Ventura, condenou hoje as buscas na Câmara Municipal de Albufeira, liderada pelo seu partido. "O que aconteceu hoje é, a todos os títulos, lamentável", referiu.